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segunda-feira, 23 de julho de 2012

Ontem foi o teu aniversário. Dei-te os parabéns, como sempre, só não te disse que te amo porque não posso, não ias gostar.

Sonho com o dia em que posso voltar a dizê-lo a alguém que queira e merece e receber um sorriso em troca com um beijo e um "amo-te" pelo meio.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Notícias breves

Eu tenho andado bastante ausente, mas não é por falta de assunto, muitas vezes é por medo de começar a escrever e aperceber-me de certas realidades que não quero, porque queiramos ou não, a escrever começamos a pensar e a ver o que não conseguíamos até então, sendo assim, prefiro não tocar nos assuntos e ir vivendo numa ilusão. Infantilidade? Talvez, mas para já é uma forma de me proteger e evitar sofrer um pouco mais. Até o dia em que terei que olhar para a realidade e começar a tomar atitudes em várias coisas que me vão acontecendo, desde família, ex namorado e supostas amigas... até lá, vamos andando como podemos e sem chatear muito, neste momento não quero energias negativas para o meu lado.

(Este parágrafo parece-me um pouco estanho agora que o leio, mas no fundo é verdade... até tenho medo)

Quanto ao blog, assim que termine os exames esperam-se alterações para este espaço, porque o tempo passa e também nós mudamos, e neste cantinho muita coisa já não se identifica comigo e ainda bem.

Na próxima sexta feira faço anos, não gosto que me cantem os parabéns, odeio mesmo, mas quem não gosta de fazer anos e receber os parabéns daquelas pessoas especiais??? Eu adoro e está quase :)

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Os erros e tu


Foi preciso cometer um erro para perceber que não te estou a esquecer mas sim a aprender a viver sem ti.

Para isso mais valia não ter errado e não ter cometido nenhuma loucura que agora me arrependo.

Mas errar faz parte e eu assumo tudo o que faço

terça-feira, 12 de junho de 2012

De regresso à vida...


Quando escrevi isto tinha consciência que não seria fácil, mas a verdade é que aos poucos estou a recuperar o sorriso e a ganhar novamente confiança em mim mesma.
Durante algum tempo dediquei-me a 100% à universidade, isto não anda fácil para ninguém e com o valor das propinas que pago tenho mesmo que dar o meu melhor para acreditar que todo aquele investimento vale a pena, além disso, estou a lutar por um sonho e sentir que o meu percurso escolar está a ser bom deixa-me orgulhosa e dá-me motivação para continuar a fazer mais e melhor.
Talvez tenha sido esta dedicação total na universidade que me fez esquecer por uns tempos o passado e ir aproveitando algum do tempo livre que tenho com aqueles amigos que nunca se esquecem de nós e têm sempre uma palavra para nos dar e deixar com um sorriso na cara.
Vou sentindo a felicidade a tomar conta de mim novamente e isso é muito bom.
Sei bem o que quero para mim, e neste momento tudo o que mais quero é ser feliz, e não se trata só de querer, trata-se também de merecer. Chega de sofrer, chega de chorar, chega de olhar para trás.
A vida é em frente e é em frente que vou seguir, pode custar muito, mas acredito que a pior fase já passou e que recuperei força suficiente para ir à luta novamente e acima de tudo SER FELIZ e sorrir, sorrir sempre e voltar a devolver aos olhos o brilho que andava desaparecido.

Vida, aqui estou eu :)

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Saudades que destroem o coração

Há dias em que as saudades magoam muito e não há forma de tornar essa dor mais leve. 
Tenho saudades dele, saudades das conversas, dos abraços, do carinho... saudades de tudo.

...

Dói tanto


(nunca me vou perdoar por ter desistido)

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Tudo na mesma


Felizmente, já ninguém me fala de ti nem me pergunta se estou melhor por termos terminado. Para as pessoas que me rodeiam eu já te esqueci e segui com a minha vida em frente e tu, tu és uma página virada.
Infelizmente nada disso é verdade. Eu não te esqueci. Adormeço e acordo a pensar em ti e todos os dias me questiono como vou ultrapassar isso. Não sei. 
Amar-te era das coisas mais lindas deste mundo, hoje é o meu maior pesadelo, a minha maior dor. Mas o amor, esse é o mesmo - intenso e verdadeiro. 
Agora amar-te é sinónimo de saudade e nostalgia, medo de ser para sempre, medo também de me cruzar contigo sem contar. 
Queria saber ser feliz sem ti!

Não tenho ninguém com quem falar sobre isto, aliás, foi a partir do momento que deixei de tocar no assunto que comecei a sentir-me mais leve, já não aguentava a pressão que faziam para deixar de falar contigo, não aguentava as críticas que me faziam por ter ou não ter feito determinadas coisas... às vezes só precisava de falar e acabavam todos por falar mais que eu. Pouco ou nada ajudavam. 
Acontece que para mim tornou-se num assunto "tabu", não quero falar dele com ninguém. Se ninguém me ajuda então mais vale não falar, mas fazia-me bem , eu sei. Só não tenho as pessoas certas comigo.

Passou mais de meio ano... amo-te na mesma. Estou cansada da merda deste amor que não traz felicidade.

segunda-feira, 5 de março de 2012

E os dias intermináveis continuam...


Foto: http://olhares.sapo.pt/olhar-triste-foto468482.html

Hoje é mais um daqueles dias que parece não ter fim. O motivo? Sempre o mesmo.
Todas as conversas que tive hoje acabaram sempre em namorados e amor. Caramba, mas será que não me vou ver livre disto? Estou cansada!
Até nas aulas, azar dos azares, alguns dos textos que tive que analisar falavam de amor. Pior, falavam do lado bom do amor, assim como todas as conversas. E eu o que digo no meio disto tudo quando o amor só me faz sofrer e persegue-me para todo o lado? A sério que começo a ficar farta, tento aguentar-me, mas nem sempre é fácil.
Antes, quando falava neste assunto, os meus olhos brilhavam e toda a gente reparava e comentava o meu ar de felicidade que não conseguia disfarçar. Hoje? Os meus olhos continuam a brilhar quando se fala em amor, mas o brilho é diferente, é o brilho das lágrimas que querem cair e eu não deixo. Mas brilham, sempre. Um brilho de saudade, dor e tristeza.

Agora que estou em casa espero ter um final de dia mais tranquilo, sem conversas sobre o amor, sem "o meu namorado isto", "o meu namorado aquilo", "eu e o meu namorado", "nós". Coisas tão simples que me magoam tanto.

Os meus olhos continuam a brilhar e não tarda as lagrimas vão cair. Não consigo suportá-las mais.

sábado, 3 de março de 2012

Estou a...


... desesperar
...enlouquecer
...tentar estudar
...tentar ser feliz
...tentar sorrir
...tentar não me lembrar de ti
...tentar não te amar
...tentar seguir em frente
...
...
...
...
Estou simplesmente a PRECISAR DE TI!

Mais um dia que demora a terminar


Se namorasse comemoraria hoje 3 anos e meio. Como dói. Tudo acabou em Novembro, menos o amor que sentia por ele. Amor esse que só me faz sofrer e teima em não desaparecer.
Eu sei que sou nova, eu sei que tenho muito para viver, muitas pessoas para conhecer... sim, eu sei tudo isso, mas neste momento só queria uma pessoa ou então esquecê-la já que tê-la é impossível. Falo para ele como se tudo estivesse bem, mesmo quando não está e preciso dele mais do que nunca. E como doi dizer "Está tudo bem" quando na verdade até estou à espera de um abraço apertado de força que ninguém dá. Deixei de partilhar as minhas conquistas, alegrias e tristezas e acima de tudo deixei de sorrir e sonhar como antes. Porquê tudo isto? Custa-me tanto, é uma ferida que não se cura e eu não sei mais o que fazer. Estou esgotada de o enganar a ele e a toda a gente dizendo que estou bem quando na realidade não estou.
É engraçado como as pessoas acreditam em tudo o que digo e nem colocam em causa que posso estar a esconder uma grande dor.
Hoje o dia é complicado e as lágrimas comprovam-no e o aperto no peito é cada vez maior. Tantos sonhos, tanta confiança, dedicação, bons momentos... para um dia tudo acabar, sem uma explicação lógica. A sério que ando perdida e desorientada neste mundo. De que vale neste mundo ser uma boa pessoa, dedicada, fiel, simpática e carinhosa quando não se tem um corpo escultural e dinheiro para vestir roupa de moda???

Farta desta dor!
O tempo passa mas continuo a amar-te da mesma forma :(

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Carta para um amor perdido


A dor foi forte demais e não consegui acabar o dia sem chorar e sentir uma revolta ainda maior por ter desistido de ti, um amor que me fez muito feliz.
Tenho tantas saudades, saudades de ser feliz contigo, dizer-te "Amo-te", abraçar-te, tocar-te, olhar-te nos olhos, passear de mão dada, beijar-te... Tinha tanto para te dar ainda.
Agora que desisti o que faço? O que faço para te esquecer e seguir com a minha vida de cabeça erguida e com um sorriso verdadeiro e felicidade total? Uma felicidade parecida com aquela que tu pareces ter agora.
Quero acreditar que vou encontrar um novo amor e ser e fazer feliz, mas essa parece-me uma realidade longínqua. Tudo contigo era perfeito, ou pelo menos, assim eu pensava que era. Eu não sou perfeita, mas também ninguém o é e um verdadeiro amor supera os defeitos e diferenças. Respeita o outro.
É muito difícil acreditar que algum dia encontre alguém que me faça tão feliz como tu fizeste e isso assusta-me. Não quero ficar sozinha. Mas também não quero mais ninguém. Quero-te a ti! Porque tem de ser tão complicado? O que fiz de errado?
Tenho tantas perguntas e tão poucas respostas, talvez por isso sinta o coração tão sufocado e desorientado.
Tenho tanto para te dizer e não o posso fazer. Também escrever é um sufoco, faz-me pensar em tudo e o nó na garganta aperta cada vez mais.
Não posso continuar a chorar, é estupidez chorar por quem não nos quer, mas foste que tu que fizeste com que me apaixonasse desta forma por ti, ou sou eu demasiado ingénua que nem me apercebi que alimentei um sonho e um amor em excesso???
Só quero que sejas feliz, apesar de tudo.





(Dava tudo para estar contigo nesta noite. Amo-te demais. Vida injusta)

O dia que nunca mais acaba

Este dia é de facto muito bonito, mas para quem tem namorado/a. Para quem não namora e continua apaixonada pela pessoa com quem passou este dia nos 3 últimos anos, custa e custa muito mesmo.
Estou farta de ver nas montras tudo aos corações, farta de ouvir na rádio músicas românticas, ver o telejornal e até lá se falar nisso, ir a uma pastelaria e estar repleta de bolos em coração e coberto de morangos, restaurantes a pedir marcações com antecedência. Estou farta deste dia, fartinha.
Estar apaixonada e não ter a hipótese de dizer à pessoa em causa "Amo-te" é das coisas que mais me parte o coração e há dias em que a dor aumenta e... é tão difícil.
É tão difícil andar desde a última semana a brincar com o dia dos namorados só para que não tenham pena de mim que "coitadinha, o namorado deixou-a e ainda sofre tanto" e pensem que levantei a cabeça e que este é um assunto do passado.
Estou farta desta dor, farta deste dia!

sábado, 14 de janeiro de 2012


Eu não consigo manter a força durante muito tempo. Sinto que é uma força falsa e demasiado sensível. Parece que cai ao mínimo toque e eu não sei como evitar isso.
Sinto-me exausta, exausta também de exigir demasiado de mim, de tentar sentir-me feliz quando não estou. Estou cansada de tentar enganar-me a mim própria, nos últimos dias os trabalhos da universidade têm sido o meu único refúgio e também a minha única obrigação. Não posso parar um segundo que seja, não só por não ter tempo, mas porque esse tempo me rouba o pensamento e leva-o para recordações e sentimentos que não posso ter.
Quando esta azáfama passar não sei como vai ser, acho que vou cair numa realidade demasiado dura e terei que arranjar mesmo muita força para conseguir superar. Assusta-me estar consciente destas coisas, assusta-me saber que estou iludida com uma falsa felicidade e não ser capaz de lutar contra isso.

Queria ser capaz de expressar tudo o que sinto, não só aqui, mas ao mundo. Porque eu não tenho que ser exemplo para niguém e não quero nem preciso que todos olhem para mim como uma força da natureza que olha para tudo com a cabeça erguida e nunca desiste dos seus sonhos e objetivos.
Eu sou uma pesssoa normal, eu sofro, eu erro, eu desisto, eu caio, eu tenho defeitos, eu não supero tudo, eu tenho dúvidas como qualquer outra pessoa. Eu só não tenho a capacidade de o mostrar a toda gente.

Eu posso até ter tido boas notas, mas perdi o namorado e, sinceramente, a alegria que os resultados escolares me deram não foram suficientes para esquecer por breves momentos a dor que é perder alguém que amamos de verdade.

Não sei bem o que dizer, tenho tantas peças perdidas na cabeça, tantas lágrimas que não deixo cair.

Música da semana: The Gift - Primavera


"Hei-de te amar, ou então hei-de chorar por ti
Mesmo assim, quero ver te sorrir...
E se perder vou tentar esquecer-me de vez, conto até três
Se quiser ser feliz..."

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Planos para o fim de semana

Parece que vou ter uma noite longa, há tanta coisa para fazer para o relatório de estágio e para o portefólio que dormir é mesmo a última coisa que posso fazer por estes dias. Mas com este frio a única coisa que me apetece fazer é enfiar-me na cama e por lá  ficar bem quentinha e dormir até não me apetecer mais. Impossível, eu sei. Mas na cama já estou, só que a trabahar.
Acho que vou ficar por aqui durante o fim de semana, eu  e o computador, claro. Parece-me que  são estes os planos para o fim de semana que parece ser tudo menos agradável.


PS. Tenho saudades tuas, saudades nossas. Fazes-me tanta falta :(

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Derrotada pela vida


Tenho 2 relatórios de estágio para fazer, bem complexos e ainda numa fase muito inicial. A vontade de os fazer é muito pouca e a preocupação é já muita.
Não tenho motivação suficiente para me agarrar a isto, quero, mas não consigo. Perco-me nas inúmeras tarefas que tenho pela frente, mas sobretudo, perco-me num pensamento que se encontra perdido no vazio. Vazio de emoções, sentimentos.
Perdi o chão que julgava ser firme, perdi o sorriso que pensei ser eterno, perdi a alegria que me caraterizava, perdi a motivação que me dava orgulho, perdi tudo em troca do vazio e da tristeza.

Saí derrotada e de cabeça baixa.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

A minha vida nos últimos tempos...

Nos últimos meses a vida não me tem dado muitos motivos para sorrir.
O estado de saúde da minha avó não é propriamente o melhor e custa-me muito vê-la ficar dependente de terceiros para certas coisas, dói-me o coração vê-la constantemente em médicos e nenhum deles ser capaz de fazer alguma coisa.
Como se já não bastasse isso, o meu namorado acabou comigo 3 anos e 2 meses depois de uma bonita relação e que, pensava eu, tinha ainda muito para dar. Pensava eu que era uma relação estável, segura e com fortes pilares capazes de aguentar muita coisa, inclusive a distância. Distância que sempre soubemos que um dia ia acontecer e que demoraria a terminar de vez. Não percebi o porquê do final, lutei até ao dia em que achei que estava a fazer mal a mim própria lutar por quem não me queria. Contudo, tinha o direito de perceber realmente o que aconteceu sem rodeios e acima de tudo tinha uma palavra a dizer que de nada valeu.
Antes disto ter acontecido já não me sentia muito bem, não conseguia manter-me concentrada e estava a ser muito complicado dedicar-me às coisas da universidade, com esta situação piorei bastante e perdi a pouca motivação que ainda me restava. Durante dias acordei e adormeci a chorar, ia para a universidade e chorava pelo caminho, passava o dia inteiro a pensar no mesmo assunto e nem à noite descansava. As noites eram repletas de sonhos, ora com o fim do namoro ora com o trabalho acumulado na universidade.
Agora que desisti de lutar por um amor impossível apenas deixei de chorar todos os dias compulsivamente, mas a motivação e concentração para estudar não regressaram.
O tempo está a passar e eu não consigo terminar a quantidade de trabalhos que tenho para fazer e estou a ficar muito desiludida comigo própria, pensava que tinha mais força e coragem para levantar a cabeça nos maus momentos. Vi-me obrigada a recorrer a vitaminas para conseguir concentrar-me um pouco mais, apesar de não terem feito maravilhas, fizeram algum efeito, pouco, mas fizeram, além disso, tiraram-me também as dores de cabeça que me acompanhavam ao longo do dia.
Para finalizar: situação económica terrível (sem comentários).

Só quero sorrir e com motivos verdadeiros para o fazer.

domingo, 13 de novembro de 2011

À procura de respostas...


Sinto-me completamente perdida e desorientada.
Sinto que as forças estão a desaparecer sem eu querer.
Tudo acontece ao contrário.
Tudo está a ser inesperado e eu estou a dar em doida.
Eu não sei explicar o motivo de tudo isto, mas sei que a dor é imensa e não vai passar com facilidade.
Eu só queria ser e fazer feliz.
Sou capaz disso e muito mais.
Mas não está a ser fácil.
Vejo os dias a passar e essa realidade a ficar cada vez mais distante.
Tenho felicidade suficiente para dividir, mas não com qualquer pessoa.
Eu sei bem o que quero para a minha vida.
Sei que a vida não é um mar de rosas.
É preciso coragem para a enfrentar.
Eu tenho essa coragem, mas sozinha não consigo.
Só sei que estou dar em maluca, tenho a cabeça a doer de uma forma louca.
Caramba, eu acredito que os sentimentos vencem as barreiras mais estranhas que possam aparecer.
Vencem.
Para quê complicar?
Para quê pôr um problema onde ele ainda não existe?
Porque não tentar resolvê-lo antes que apareça?
Mas é resolver, não desistir.
Esquecer tudo o que está para trás por um problema que ainda não existe?
Porquê?
Não percebo.
Tantas coisas que se resolvem a conversar.
Tantos problemas que nos parecem enormes e depois... pensando bem... não são tão maus assim.
Porque não agarrar em todos os bons momentos para conseguir ultrapassar um má fase?
Onde está a coragem?
A confiança?
O respeito?
Eu procuro resposta para uma só pergunta.
A única pergunta que me destrói o coração.
A única que resolvida me fará sorrir novamente.