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sábado, 26 de maio de 2012

A diferença é que...




... há aquelas pessoas que mandam trabalhar outras para passar a uma disciplina e há outras que trabalham para passar com boas notas.


Há pessoas que trabalham comigo desde o início nos trabalhos da universidade e ainda não perceberam quais são os meus métodos de trabalho e já lá vão 3 anos. 
Então é assim, eu não faço plágio nem peço a outras pessoas que façam o trabalho por mim, não faço mesmo e pedirem-me para fazer uma coisa destas no fim da licenciatura... bem, já deveriam conhecer-me o suficiente para nem se quer propor.
A proposta que me fizeram era pedir a uma pessoa (que já teve de repetir trabalhos por apresentar trabalhos feitos por outros) que arranjasse alguém que nos fizesse o trabalho. Oi??? Estão a brincar comigo, certo???
Nestas coisas eu não arrisco nem concordo tão pouco, e também não quero só tirar um curso, quero aprender e só aprendemos se trabalharmos.

Conclusão disto tudo: eu não entrego nenhum trabalho com o meu nome sem que eu tenha sido a autora ou uma das autoras.

Além disso, esta disciplina é a que tem menos créditos e neste momento estou com dois trabalhos por terminar das disciplinas que valem mais créditos, valem cada uma o dobro da disciplina que aqui está em causa. Posto isto, vou a exame. Para além de não concordar com a prática de trabalho do restante grupo iria deixar um pouco de lado as restantes disciplinas para estudar para o teste que ainda falta fazer e não acho sensato prejudicar duas disciplinas importantes em função de uma menos importante. Prefiro dedicar-me a 100% a estas duas e depois ao exame da dita disciplina, que mesmo que corra mal, será compensado com a nota destas duas disciplinas com mais créditos.

O meu grupo apenas quer passar às disciplinas e por isso não se importam de apresentar trabalhos menos elaborados às restantes, mas sim apresentar um trabalho que dê para positiva a todas. Eu não sou assim, as minhas metas são outras e os meu objetivo é boas notas e mérito por as conseguir.
Só assim vale a pena, mas são opiniões.

Tenho uma pilha de livros ao meu lado e ainda me faltam outros tantos para que o resultado final dos trabalhos seja o que defini inicialmente, ando cansada, é verdade, mas só assim faz sentido.
Não entendo qual é o objetivo de estar numa universidade e fazer o mínimo necessário para passar às disciplinas só porque o mestrado é mais importante. Sim, é mais importante, mas as bases estão na licenciatura e também na licenciatura é preciso trabalhar. Mas é o que temos, infelizmente.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Saudades que destroem o coração

Há dias em que as saudades magoam muito e não há forma de tornar essa dor mais leve. 
Tenho saudades dele, saudades das conversas, dos abraços, do carinho... saudades de tudo.

...

Dói tanto


(nunca me vou perdoar por ter desistido)

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Tudo na mesma


Felizmente, já ninguém me fala de ti nem me pergunta se estou melhor por termos terminado. Para as pessoas que me rodeiam eu já te esqueci e segui com a minha vida em frente e tu, tu és uma página virada.
Infelizmente nada disso é verdade. Eu não te esqueci. Adormeço e acordo a pensar em ti e todos os dias me questiono como vou ultrapassar isso. Não sei. 
Amar-te era das coisas mais lindas deste mundo, hoje é o meu maior pesadelo, a minha maior dor. Mas o amor, esse é o mesmo - intenso e verdadeiro. 
Agora amar-te é sinónimo de saudade e nostalgia, medo de ser para sempre, medo também de me cruzar contigo sem contar. 
Queria saber ser feliz sem ti!

Não tenho ninguém com quem falar sobre isto, aliás, foi a partir do momento que deixei de tocar no assunto que comecei a sentir-me mais leve, já não aguentava a pressão que faziam para deixar de falar contigo, não aguentava as críticas que me faziam por ter ou não ter feito determinadas coisas... às vezes só precisava de falar e acabavam todos por falar mais que eu. Pouco ou nada ajudavam. 
Acontece que para mim tornou-se num assunto "tabu", não quero falar dele com ninguém. Se ninguém me ajuda então mais vale não falar, mas fazia-me bem , eu sei. Só não tenho as pessoas certas comigo.

Passou mais de meio ano... amo-te na mesma. Estou cansada da merda deste amor que não traz felicidade.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Mais um dia...

Hoje o dia mexeu comigo de tal forma que já não posso com o peso dos olhos e com as dores de cabeça.
Primeiro disseram-me que estava a ser fria comigo própria, que andava com um olhar demasiado triste e também mais dura na forma como falo com as pessoas. A pessoa que me disse tem-se revelado numa grande amiga e que apesar da frieza com que muitas vezes lhe respondo compreende-me, embora não tenha culpa de nada e eu não tenho o direito de falar assim, mas também ainda nem tinha reparado e não era intencionalmente. Isto enquanto iamos para umas das zonas mais lindas da cidade onde estudo, uma zona onde o silêncio é quebrado pelas cascatas de água e pelos passarinhos. Fez-me muito bem, senti-me livre e muito mais leve, precisa de sentir aquele ambiente calmo e respirar a liberdade que ultimamente sinto que tenho roubado a mim própria e por momentos esqueci tudo e fui feliz.
A tarde passou e arrasou comigo. Quando dou por mim já estava a chorar e a falar da volta que a minha vida deu. Custa tanto quando estamos a contar uma história desde o início e à medida que vamos contando vamos percebendo certos pormenores que fizeram a diferença para hoje tudo estar assim.
Há pessoas que têm coragem de me chamar para a vida real por muito que isso me custe, a essas pessoas eu chamo AMIGOS. O problema é que eu não consigo enfrentar a realidade.
A conversa arrasou comigo, ouvi o que devia mas doeu e infelizmente nada vai ser diferente daqui para a frente.
Sinto-me tão forte para umas coisas e tão fraca para outras, sinto que não me estou a respeitar a mim própria e para mim isso é grave.
A minha vida está de pernas para o ar e está a ser dificil recompô-la.
Eu não sou nenhuma fraca, mas o momento que estou a passar está a deixar-me desgastada.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Desabafo do dia

Eu juro, juro que tenho tentado. E há dias que até correm bem, mas outros.... que raiva, só me apetece falar mal e isso não é muito normal em mim.
Mas tenho a p*** da mania de gostar demasiado das pessoas e quando elas se vão embora superam bem a separação e vão felizes da vida, e se não vão, passa-lhes rápido. Eu não! Eu fico de rastos e não me consigo levantar por nada deste mundo.
Eu não sou nenhuma fraca nem nenhuma estúpida, mas agarro-me às pessoas de uma maneira e acho que elas sentem o mesmo por mim, depois vai-se a ver e fui uma burra do caraças que não soube ver muitas coisas que estavam à frente dos olhos.
Se por um lado consigo separar as coisas, porque felizmente na universidade consegui manter o mesmo rendimento de sempre, por outro, não consigo viver intensamente como antes.
Eu sei o que tenho a fazer, o que esquecer e blá blá blá, mas não consigo e não encontro solução para o conseguir. O meu cérebro está num conflito intenso com o meu coração e o resultado está a deixar-me com uma pilha de nervos terrível.
Estou mesmo farta de estar assim. Estou a preciar de arejar as ideias, ar livre, qualquer coisa...mas a vontade de sair é pouca....
Precisava de gritar ao mundo o que sinto, expulsar a raiva que carrego em mim, a desilusão e frustração que têm vindo a acumular.

Há por ai alguém que compreenda ou saiba o que tenho a fazer para voltar ao meu estado normal?


(precisava de desabafar)

segunda-feira, 5 de março de 2012

E os dias intermináveis continuam...


Foto: http://olhares.sapo.pt/olhar-triste-foto468482.html

Hoje é mais um daqueles dias que parece não ter fim. O motivo? Sempre o mesmo.
Todas as conversas que tive hoje acabaram sempre em namorados e amor. Caramba, mas será que não me vou ver livre disto? Estou cansada!
Até nas aulas, azar dos azares, alguns dos textos que tive que analisar falavam de amor. Pior, falavam do lado bom do amor, assim como todas as conversas. E eu o que digo no meio disto tudo quando o amor só me faz sofrer e persegue-me para todo o lado? A sério que começo a ficar farta, tento aguentar-me, mas nem sempre é fácil.
Antes, quando falava neste assunto, os meus olhos brilhavam e toda a gente reparava e comentava o meu ar de felicidade que não conseguia disfarçar. Hoje? Os meus olhos continuam a brilhar quando se fala em amor, mas o brilho é diferente, é o brilho das lágrimas que querem cair e eu não deixo. Mas brilham, sempre. Um brilho de saudade, dor e tristeza.

Agora que estou em casa espero ter um final de dia mais tranquilo, sem conversas sobre o amor, sem "o meu namorado isto", "o meu namorado aquilo", "eu e o meu namorado", "nós". Coisas tão simples que me magoam tanto.

Os meus olhos continuam a brilhar e não tarda as lagrimas vão cair. Não consigo suportá-las mais.

sábado, 3 de março de 2012

Estou a...


... desesperar
...enlouquecer
...tentar estudar
...tentar ser feliz
...tentar sorrir
...tentar não me lembrar de ti
...tentar não te amar
...tentar seguir em frente
...
...
...
...
Estou simplesmente a PRECISAR DE TI!

Mais um dia que demora a terminar


Se namorasse comemoraria hoje 3 anos e meio. Como dói. Tudo acabou em Novembro, menos o amor que sentia por ele. Amor esse que só me faz sofrer e teima em não desaparecer.
Eu sei que sou nova, eu sei que tenho muito para viver, muitas pessoas para conhecer... sim, eu sei tudo isso, mas neste momento só queria uma pessoa ou então esquecê-la já que tê-la é impossível. Falo para ele como se tudo estivesse bem, mesmo quando não está e preciso dele mais do que nunca. E como doi dizer "Está tudo bem" quando na verdade até estou à espera de um abraço apertado de força que ninguém dá. Deixei de partilhar as minhas conquistas, alegrias e tristezas e acima de tudo deixei de sorrir e sonhar como antes. Porquê tudo isto? Custa-me tanto, é uma ferida que não se cura e eu não sei mais o que fazer. Estou esgotada de o enganar a ele e a toda a gente dizendo que estou bem quando na realidade não estou.
É engraçado como as pessoas acreditam em tudo o que digo e nem colocam em causa que posso estar a esconder uma grande dor.
Hoje o dia é complicado e as lágrimas comprovam-no e o aperto no peito é cada vez maior. Tantos sonhos, tanta confiança, dedicação, bons momentos... para um dia tudo acabar, sem uma explicação lógica. A sério que ando perdida e desorientada neste mundo. De que vale neste mundo ser uma boa pessoa, dedicada, fiel, simpática e carinhosa quando não se tem um corpo escultural e dinheiro para vestir roupa de moda???

Farta desta dor!
O tempo passa mas continuo a amar-te da mesma forma :(

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

O dia que nunca mais acaba

Este dia é de facto muito bonito, mas para quem tem namorado/a. Para quem não namora e continua apaixonada pela pessoa com quem passou este dia nos 3 últimos anos, custa e custa muito mesmo.
Estou farta de ver nas montras tudo aos corações, farta de ouvir na rádio músicas românticas, ver o telejornal e até lá se falar nisso, ir a uma pastelaria e estar repleta de bolos em coração e coberto de morangos, restaurantes a pedir marcações com antecedência. Estou farta deste dia, fartinha.
Estar apaixonada e não ter a hipótese de dizer à pessoa em causa "Amo-te" é das coisas que mais me parte o coração e há dias em que a dor aumenta e... é tão difícil.
É tão difícil andar desde a última semana a brincar com o dia dos namorados só para que não tenham pena de mim que "coitadinha, o namorado deixou-a e ainda sofre tanto" e pensem que levantei a cabeça e que este é um assunto do passado.
Estou farta desta dor, farta deste dia!

domingo, 15 de janeiro de 2012

Quando parar por um segundo que seja vou começar a chorar.
Já perdi a conta às vezes que respirei fundo para não deixar cair as lágrimas.

sábado, 14 de janeiro de 2012


Eu não consigo manter a força durante muito tempo. Sinto que é uma força falsa e demasiado sensível. Parece que cai ao mínimo toque e eu não sei como evitar isso.
Sinto-me exausta, exausta também de exigir demasiado de mim, de tentar sentir-me feliz quando não estou. Estou cansada de tentar enganar-me a mim própria, nos últimos dias os trabalhos da universidade têm sido o meu único refúgio e também a minha única obrigação. Não posso parar um segundo que seja, não só por não ter tempo, mas porque esse tempo me rouba o pensamento e leva-o para recordações e sentimentos que não posso ter.
Quando esta azáfama passar não sei como vai ser, acho que vou cair numa realidade demasiado dura e terei que arranjar mesmo muita força para conseguir superar. Assusta-me estar consciente destas coisas, assusta-me saber que estou iludida com uma falsa felicidade e não ser capaz de lutar contra isso.

Queria ser capaz de expressar tudo o que sinto, não só aqui, mas ao mundo. Porque eu não tenho que ser exemplo para niguém e não quero nem preciso que todos olhem para mim como uma força da natureza que olha para tudo com a cabeça erguida e nunca desiste dos seus sonhos e objetivos.
Eu sou uma pesssoa normal, eu sofro, eu erro, eu desisto, eu caio, eu tenho defeitos, eu não supero tudo, eu tenho dúvidas como qualquer outra pessoa. Eu só não tenho a capacidade de o mostrar a toda gente.

Eu posso até ter tido boas notas, mas perdi o namorado e, sinceramente, a alegria que os resultados escolares me deram não foram suficientes para esquecer por breves momentos a dor que é perder alguém que amamos de verdade.

Não sei bem o que dizer, tenho tantas peças perdidas na cabeça, tantas lágrimas que não deixo cair.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

...

Destesto estar assim,
Odeio estar assim,
Estou farta de estar assim,
Não quero estar assim,
Tenho saudades de mim,
Saudades de ser feliz,
Saudades de fazer alguém feliz,
Saudades de sorrir,
Saudades de fazer alguém sorrir,
Quero levantar a cabeça,
Quero viver,
Quero reagir,
Quero abraçar,
Quero ser abraçada,
        ...

Derrotada pela vida


Tenho 2 relatórios de estágio para fazer, bem complexos e ainda numa fase muito inicial. A vontade de os fazer é muito pouca e a preocupação é já muita.
Não tenho motivação suficiente para me agarrar a isto, quero, mas não consigo. Perco-me nas inúmeras tarefas que tenho pela frente, mas sobretudo, perco-me num pensamento que se encontra perdido no vazio. Vazio de emoções, sentimentos.
Perdi o chão que julgava ser firme, perdi o sorriso que pensei ser eterno, perdi a alegria que me caraterizava, perdi a motivação que me dava orgulho, perdi tudo em troca do vazio e da tristeza.

Saí derrotada e de cabeça baixa.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

A minha vida nos últimos tempos...

Nos últimos meses a vida não me tem dado muitos motivos para sorrir.
O estado de saúde da minha avó não é propriamente o melhor e custa-me muito vê-la ficar dependente de terceiros para certas coisas, dói-me o coração vê-la constantemente em médicos e nenhum deles ser capaz de fazer alguma coisa.
Como se já não bastasse isso, o meu namorado acabou comigo 3 anos e 2 meses depois de uma bonita relação e que, pensava eu, tinha ainda muito para dar. Pensava eu que era uma relação estável, segura e com fortes pilares capazes de aguentar muita coisa, inclusive a distância. Distância que sempre soubemos que um dia ia acontecer e que demoraria a terminar de vez. Não percebi o porquê do final, lutei até ao dia em que achei que estava a fazer mal a mim própria lutar por quem não me queria. Contudo, tinha o direito de perceber realmente o que aconteceu sem rodeios e acima de tudo tinha uma palavra a dizer que de nada valeu.
Antes disto ter acontecido já não me sentia muito bem, não conseguia manter-me concentrada e estava a ser muito complicado dedicar-me às coisas da universidade, com esta situação piorei bastante e perdi a pouca motivação que ainda me restava. Durante dias acordei e adormeci a chorar, ia para a universidade e chorava pelo caminho, passava o dia inteiro a pensar no mesmo assunto e nem à noite descansava. As noites eram repletas de sonhos, ora com o fim do namoro ora com o trabalho acumulado na universidade.
Agora que desisti de lutar por um amor impossível apenas deixei de chorar todos os dias compulsivamente, mas a motivação e concentração para estudar não regressaram.
O tempo está a passar e eu não consigo terminar a quantidade de trabalhos que tenho para fazer e estou a ficar muito desiludida comigo própria, pensava que tinha mais força e coragem para levantar a cabeça nos maus momentos. Vi-me obrigada a recorrer a vitaminas para conseguir concentrar-me um pouco mais, apesar de não terem feito maravilhas, fizeram algum efeito, pouco, mas fizeram, além disso, tiraram-me também as dores de cabeça que me acompanhavam ao longo do dia.
Para finalizar: situação económica terrível (sem comentários).

Só quero sorrir e com motivos verdadeiros para o fazer.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Eu tento ter um sorriso na cara, falso, mas tento. Não quero fazer sofrer aqueles que gostam e se preocupam comigo.
Estou, por isso, a sofrer um pouco sozinha e há momentos em que isso é tão dificl. Estar em casa começa a ser uma tortura, ao fim de algumas horas o meu pensamento segue um caminho que eu não quero e controlar as lágrimas é uma tarefa dura.
Quando estou fora, por muito pouco tempo que seja, é um alívio. O meu pensamento não me traí e não me faz sofer. Os dias de aulas são também, apesar do excesso de trabalho, uma espécie de calmante para o coração, embora, por diversas vezes, nem lá consigo controlar as lágrimas, mas tenho sempre uma pessoa do meu lado a apoiar e fazer-me levantar a cabeça.
Em casa, sozinha, a dor é em demasia, o coração dói e a cabeça parece rebentar... eu não estou a conseguir seguir em frente, julgava-me mais forte...
Eu só quero ser feliz e voltar a sorrir, de verdade.
POR FAVOR

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

 
...
Sou das pessoas mais estúpidas que andam por aí.
O problema?
Ter consciência disso e não ter coragem de agir.
A causa disto tudo?
Ter um coração e não uma pedra como muita gente deste mundo.
...

quinta-feira, 24 de novembro de 2011