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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Sinto-me tão...

Sabeis porque choram os olhos? Porque vêem.
Padre António Vieira, in "Sermões"
Sinto-me tão cansada, desiludida, desanimada, frustrada, triste...
Apetece-me deitar na cama e chorar até adormecer. Acordar no dia seguinte e pensar que tudo se resolveu nessa noite. Que o dia vai ser fantástico. Que posso respirar de alívio.
Sair de casa com a certeza que não vou ouvir o que não quero e ver o que dispensava.
Sinto o meu coração já pequenino de tantas quedas que tem dado e pontapés que lhe dão sem piedade. Ele só precisa de descanso e de alguém que o compreenda e cuide dele. Só precisa de carinho.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Que raiva!


Recentemente disseram-me isto “A minha vida não é a universidade.”
Não??? Então está tudo explicado.
É por existirem pessoas com pensamentos assim, que aqui a Menina trabalha horas e horas seguidas diariamente.
Pessoas que pensam assim não deveriam entrar numa universidade. Se não vivem para aquilo, então que estão ali a fazer? Nota-se tão bem que não lhes custa pagar nada.
Existem tantos jovens que gostavam de continuar a estudar e que infelizmente não o podem fazer por questões económicas. Esses sim, dedicavam-se de corpo e alma a estudar se alguém lhes desse a oportunidade, e seriam uns óptimos alunos.
Mas os filhinhos dos papás, que não têm mais onde gastar o dinheiro e acham-se muito novos para começar a trabalhar vão para uma universidade passar o seu tempo e tramar a vida a quem quer fazer alguma coisa lá.
Estas coisas tiram-me do sério!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

É a força de vontade que ainda me vale

É quando estamos doentes que vemos quem realmente se preocupa connosco, quem sente a nossa falta, quem nos conta o que se passou de importante na nossa ausência (não, não estou a falar de fazer croché, mas sim de assuntos importantes com interesse acima da média).
E se já andava desiludida com certas pessoas… a situação piorou.
Talvez esteja mais que na altura de deixar que me prejudiquem e acima de tudo deixar de beneficiar os outros (já perdi a conta às vezes que disse isto).
Acho que só não me sinto mais cansada e desanimada, porque existe uma força de vontade enorme dentro de mim, que me obriga a beneficiar os outros, porque no caso de não o fazer, saio na mesma prejudicada, mas de uma outra forma e em proporções maiores.
Claro que isto só acontece porque não sou corajosa o suficiente para mandar toda a gente dar uma voltinha.
“Amigos” que estão comigo por algum interesse e que são portadores de egoísmo, dispenso.
É a força de vontade que ainda me vale.
E com alguma força e dedicação lá vou subindo os degraus que tenho pela frente até alcançar o objectivo.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Cidade dos Anjos



Eu sei que este filme já tem 12 anos, mas não deixa de ser um dos meus filmes favoritos e tenho a certeza que praticamente toda a gente já o viu e não lhe passou indiferente.

A história de amor é linda, mas mais que isso, o filme mostra-nos como vale a pena lutar, lutar e lutar por todos os nossos objectivos. Mesmo que depois a felicidade não perdure tanto tempo como desejaríamos, o importante é aproveitar cada momento que temos. Não desperdiçar tempo e energia com coisas fúteis, mas sim dedicarmo-nos aquilo que realmente é importante para nós.

A banda sonora é igualmente excepcional, para além de "Goo goo dolls" dos Iris, "Angel" da Sarah McLachlan é magnífica.

E se a primeira me faz recordar o filme, a segunda traz-me recordações muito especiais, momentos únicos que passei a ouvir esta música que não esquecerei.





Num mundo em que a felicidade pura e saudável está em segundo plano, depois da realização profissional, seria importante pararmos uns minutos por dia e pensar naquilo que realmente fizemos que nos fez feliz.

Alguns dias a reflectir sobre isto e talvez chegassemos à conclusão que afinal não somos felizes, que temos vivido com o conceito errado de felicidade, que talvez devessemos dedicar mais tempo às pessoas que nos querem bem e que precisam da nossa atenção, apoio e presença para que também elas possam sentir o que é a felicidade.

Vivemos na ignorância daquilo que é realmente VIVER.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Só EU

Nem sempre tenho dias bons;
Nem sempre consigo disfarçar quando estou triste;
Nem sempre sou forte;
Nem sempre tenho coragem de levantar a cabeça e segir em frente;
Nem sempre consigo perceber a maldade de tanta gente;
Nem sempre consigo evitar que a lágrima caia;

Sinto-me confusa, perdida, cansada, desanimada com tantas situações que acontecem diariamente à minha volta e que nunca deveriam acontecer.
Apesar de já ser normal as pessoas terem mais que "uma cara", confesso que ainda não estou preparada para isso, a minha mente ainda não evolui até esse ponto.
Estou ainda a tentar aprender a lidar com esse tipo de situações que têm sido cada vez mais frequentes na minha vida.
Por vezes, acredito que a minha melhor companhia sou eu e apenas eu. Começo a preferir enfrentar certas situações sozinha, partilhar segredos, tristezas, alegrias e medos apenas comigo. Talvez seja das poucas pessoas que sei que posso confiar: EU.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Doente no dia errado



Tinha que ficar doente logo hoje. Fui atacada por uma constipação.

Hoje que ia adiantar todos os meus trabalhinhos para a universidade.

Na impossibilidade de ir até uma biblioteca vou ficar por casa e adiantar aquilo que conseguir com pesquisas na internet.

O tempinho que se faz lá fora em tudo é parecido com o meu estado de hoje.

Não está fácil!

Sinto que compreendo na perfeição Álvaro de Campos


Tenho uma Grande Constipação

Tenho uma grande constipação,

E toda a gente sabe como as grandes constipações

Alteram todo o sistema do universo,

Zangam-nos contra a vida,

E fazem espirrar até à metafísica.

Tenho o dia perdido cheio de me assoar.

Dói-me a cabeça indistintamente.

Triste condição para um poeta menor!

Hoje sou verdadeiramente um poeta menor.

O que fui outrora foi um desejo; partiu-se.


Adeus para sempre, rainha das fadas!

As tuas asas eram de sol, e eu cá vou andando.

Não estarei bem se não me deitar na cama.

Nunca estive bem senão deitando-me no universo.

Excusez un peu... Que grande constipação física!

Preciso de verdade e da aspirina.

Álvaro de Campos, in "Poemas"

Heterónimo de Fernando Pessoa

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Ser estudante


Quem pensa que vida de estudante é fácil nem imagina como está enganado.
Já me sinto perdida com tanta matéria para estudar e trabalhos para fazer.

Solução:
Dose extra de força de vontade e ficar a dever algumas horas à cama - E tudo se resolve.

P.S. Não me estou a queixar, adoro o meu curso. E não dou por tempo perdido nenhum minuto passado a estudar.

domingo, 3 de outubro de 2010

Trabalho de 1 = Nota para 2

O que fazer quando se percebe que no nosso pequeno grupo de amigos existe um elemento que só ali está por puro interesse?
A resposta deve ser muito fácil, mas eu não a encontro.
Já tinha reparado nesta situção há alguns meses, mas tentei acreditar que fosse impressão minha. Infelizmente não era e agora a desilusão e frustração que já sentia aumenta de dia para dia.
Cada comportamento, cada gesto, cada olhar, cada palavra provam como estou certa. E odeio tanto saber isso e nada fazer.
Mais grave ainda é que essa pessoa será minha companheira em muitos trabalhos na universidade, e um dos interesses dela é mesmo esse - juntar-se às pessoas que trabalham, que tiram boas notas. Até aí não me parece mal, mas isto era se ela se esforçasse e aproveitasse para aprender um pouco mais. O que não acontece. O que significa que aqui a menina já está com o dobro do trabalho e isto ainda mal começou.

domingo, 29 de agosto de 2010



Gosto de sentir que sou feliz.

Neste momento, felicidade é algo que não estou a sentir com intensidade e talvez por isso me tenha ausentado um pouco do meu cantinho. Talvez seja por isso também que os meus dias terminam mais cedo e as noites não são perfeitas.

Dias melhores virão!

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Um dia ainda vou gostar do corpo que tenho!


Porque vivemos numa sociedade em que a aparência é tão importante?
Porque importa tanto aquilo que existe por baixo de toda a roupa?
Aquilo que somos depende do corpo em que estamos?
É isso?

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Frases soltas


Odeio aqueles dias em que não adianta olhar para o lado.
Tenho a ansiedade a apoderar-se de mim.


Precisava de um colo que fosse capaz de me acalmar.


Desiludi-me a mim mesma.
Tenho medo de um fracasso maior.

Preciso de palavras de conforto.
Quero voltar a acreditar que sou capaz.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

O que falhou?


Tinha objectivos definidos, tinha planos estabelecidos para os alcançar, tinha estratégias específicas para cada plano. E então o que falhou?
De repente vejo-me desorientada a estabelecer novos objectivos, novas metas.
Tinha expectativas bastante elevadas, mas que inicialmente achei que eram possíveis de se atingirem. A verdade é que acabei por me desiludir a mim mesma por não ser capaz de chegar ao ponto pretendido.
Agora vejo-me sem motivação e força para cotinuar na luta.
Sinto-me confusa. Por vezes tenho vontade de chorar de tão triste que estou pela desilusão que não me larga e em certas alturas fico insuportável por tanta revolta que carrego, mas existem ainda momentos em que uma pequena coragem surge e tenho vontade de seguir em frente e tentar todas as possibilidades possíveis de alcançar o pretendido.

Sinto-me cansada.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Desmotivação ao mais alto nível


Ainda não consigo perceber o que se anda a passar comigo.
Sinto-me tão desorientada, desmotivada, desiludida, cansada, triste, sem força... mas isto só se aplica nos estudos. O que me deixa ainda mais confusa.
Não sei se criei expectativas demasiado elevadas para as capacidades que tenho ou se apenas esgotei todas as minhas energias no 1º semestre.
Se me comparar às restantes pessoas da turma até não tenho motivos para estar assim, mas os meus objectivos estão longe de serem alcançados neste andamento.
Pensei que era apenas uma fase, pois durante uns dias até senti a motivação a voltar, mas arrependeu-se e voltou para buraquinho onde está escondida.
Preciso tanto de força, e nem quero saber de onde ela vem. Apenas que venha.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Mudança de rumo a meio da viagem

Em certas alturas da vida dizem-nos que um acontecimento chega ao fim. Muito sinceramente prefiro ver de um outro lado, porque acredito que nada chega ao fim, apenas muda a rota que se esperava que levasse. Por isso, quando me dizem que algo acaba gosto de pensar que apenas mudou de sentido, se seguia pelo caminho errado então porquê continuar se temos um desvio que podemos aproveitar? Às vezes estas mudanças ocorrem sem ser desejo nosso, é-nos imposta esta obrigação de mudar, e temos duas opções: ficamos parados ou seguimos esse caminho desconhecido, mas que certamente irá ter uma saída. Sei bem que esta mudança imprevista no percurso é dolorosa, mas devemos estar preparados para as novas adversidades que vão aparecer e para as quais não tinhamos planeado uma fuga de emergência. Muitos obstáculos irão por isso aparecer, muitos deles nem imaginariamos que existissem, mas estão lá, há espera que os ultrapassemos. Conseguimos? Claro! Ou então pelo menos tentamos, porque não há glória maior do que o pensamento de termos dado o melhor que podiamos. Aos poucos e poucos esse caminho desconhecido vai-nos ensinando a lidar com os novos obstáculos que encontraremos. Até que chega ao fim, saímos desse estranho caminho inesperado com uma grande aprendizagem na bagagem que nos acompanhou em toda a viagem. Certamente chegada essa meta vamos olhar para trás e perceber que afinal ter seguido em frente não seria a melhor solução, e que este rumo que tivemos de tomar fez-nos conhecer um pouco mais de nós, fez-nos crescer e perceber que não era um fim, mas sim um começo de mais uma nova etapa. Temos sempre a opção de voltar atrás e percorrer o caminho que tinhamos traçado, mas não será fácil e precisaremos de ser fortes o suficiente para retomar essa viagem. Não há muitas decisões fáceis na vida, e não são essas que nos farão crescer, ganhar responsabilidades, confiança, determinação, simplesmente nada. São as grandes dificuldades que fazem de nós alguém especial e de quem nós mesmos teremos orgulho. Não é uma realidade que quisesse enfrentar, mas não tendo outra hipótese aí vou eu....

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Ansiedade


"A ansiedade faz parte das emoções básicas do ser humano e é parte integrante da sua própria condição. Por definição, a ansiedade é um estado afectivo dominado pelo sentimento de um perigo eminente, onde uma pessoa se encontra em posição de expectativa, geralmente convicto da sua impotência em se conseguir defender, não sabendo da intensidade do acontecimento que está para aparecer nem de quando irá acontecer.

:: É uma emoção acompanhada de vários sintomas físicos: aceleração respiratória, alteração do batimento cardíaco, desfalecimento de pernas, palidez, contracção do músculo facial, etc."

Já não é a primeira vez que sinto isto, e sempre tive a sensação que era mesmo causado pela ansiedade. Mas felizmente passa, não são momentos nada fáceis, e apesar de no momento não se conseguir controlar o essencial é manter a calma.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Medo ou Coragem?




O medo é um sentimento que proporciona um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente. Pavor é a ênfase do medo.
O medo pode provocar reações físicas como descarga de adrenalina, aceleração cardíaca e tremor. Pode provocar atenção exagerada a tudo que ocorre ao redor, depressão, pânico etc.
Medo é uma reação obtida a partir do contato com algum estímulo físico ou mental (interpretação, imaginação, crença) que gera uma resposta de alerta no organismo.

Coragem é a habilidade de confrontar o medo, a dor, o perigo, a incerteza ou intimidação. Pode ser dividida em física e moral. O homem sem temeridade motiva-se a ir mais além. Enfrenta os desafios com confiança e não se preocupa com o pior. O medo pode ser constante, mas o impulso o leva adiante. Coragem é a confiança que o homem tem em momentos de temor ou situações difíceis, é o que faz viver lutando e enfrentando os problemas e as barreiras que colocam medo, é a força positiva para combater momentos tenebrosos da vida.

Isto deixa-me confusa porque sinto as duas coisas, os últimos 2 meses têm sido difíceis, causando-me um medo, que me leva a ter algumas reacções físicas muito pouco agradáveis. Por outro lado tenho tido coragem suficiente para enfrentar tudo isto. Não é que esteja a ser fácil, muito pelo contrário, mas a força de vontade que tenho em atingir as minhas metas está a fazer com que o medo me vá fugindo aos poucos.
No entanto, a vida é um círculo vicioso, e tudo nos acontece num momento inesperado. Tenho grandes batalhas para as próximas semanas, algumas dependem de mim, outras dependem de terceiros para que eu as alcance. Talvez sejam essas que me deixam com mais medo.
A ansiedade é dolorosa e parece eterna e não saber o que me reserva o futuro próximo deixa-me inquieta. Quando se misturam objectivos profissionais com pessoais parece que tudo se complica mais.
Com objectivos alcançados ou não, apenas quero continuar a ser feliz. Sou capaz? Acho que sim.
Só estou confusa no meio da coragem e do medo. Mas sei que tenho coragem suficiente para combater esse medo.