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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Prestes a enlouquecer


Tenho a sensação que uma aula de Bootcamp seria suficiente para descarregar toda esta energia louca que tenho dentro de mim.
Sendo isso impossível, fico com ela dentro de mim e a crescer de hora para hora.

domingo, 13 de novembro de 2011

À procura de respostas...


Sinto-me completamente perdida e desorientada.
Sinto que as forças estão a desaparecer sem eu querer.
Tudo acontece ao contrário.
Tudo está a ser inesperado e eu estou a dar em doida.
Eu não sei explicar o motivo de tudo isto, mas sei que a dor é imensa e não vai passar com facilidade.
Eu só queria ser e fazer feliz.
Sou capaz disso e muito mais.
Mas não está a ser fácil.
Vejo os dias a passar e essa realidade a ficar cada vez mais distante.
Tenho felicidade suficiente para dividir, mas não com qualquer pessoa.
Eu sei bem o que quero para a minha vida.
Sei que a vida não é um mar de rosas.
É preciso coragem para a enfrentar.
Eu tenho essa coragem, mas sozinha não consigo.
Só sei que estou dar em maluca, tenho a cabeça a doer de uma forma louca.
Caramba, eu acredito que os sentimentos vencem as barreiras mais estranhas que possam aparecer.
Vencem.
Para quê complicar?
Para quê pôr um problema onde ele ainda não existe?
Porque não tentar resolvê-lo antes que apareça?
Mas é resolver, não desistir.
Esquecer tudo o que está para trás por um problema que ainda não existe?
Porquê?
Não percebo.
Tantas coisas que se resolvem a conversar.
Tantos problemas que nos parecem enormes e depois... pensando bem... não são tão maus assim.
Porque não agarrar em todos os bons momentos para conseguir ultrapassar um má fase?
Onde está a coragem?
A confiança?
O respeito?
Eu procuro resposta para uma só pergunta.
A única pergunta que me destrói o coração.
A única que resolvida me fará sorrir novamente.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Tenho medo...

... muito medo de perder a minha avó. De dia para dia vejo-a mais frágil e custa-me tanto. Custa-me vê-la sofrer e não conseguir fazer nada. Custa-me saber que dias melhores são apenas uma ilusão e que um dia tudo acaba.
Tenho  medo de a perder e não quero acreditar que essa é uma realidade cada vez mais próxima.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Preciso de boas notícias rapidamente...

... já começo a desanimar! Estarei mesmo no curso certo??? Será "adorar" motivo suficiente para seguir esta área???


Retirado daqui

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Em tempo de férias...

Divagando pelas páginas do facebook de alguns colegas reparo que a grande maioria está a passar umas excelentes férias, aqui e acolá, sempre fora de casa. E eu? Eu tenho as mesmas férias desde que me lembro de ser gente – em casa (a trabalhar desde que deixei de brincar com as bonecas).
Não tenho a sorte de ter pais ricos, mas tenho a sorte de ter pais que fazem tudo para dar o melhor aos filhos, e quando falo em melhor não me refiro a roupas de marca e carros topo de gama, falo no essencial para sermos felizes e nada nos faltar. Os meus pais nunca tiraram férias e só não trabalham aos domingos de tarde e feriados. Várias vezes amigos me dizem que devia tirar uns dias para mim e descansar um pouco para começar com energia mais um ano lectivo, mas a resposta é sempre a mesma: os meus pais trabalham o ano inteiro para conseguirem pagar o meu curso e eu agora vou tirar uns dias de férias e deixá-los a trabalhar “para mim” sem a minha ajuda? Não sou capaz, não tenho coragem e não está certo. Pelo menos é o que penso e acredito que esteja um pouco certa.
Esta visita às páginas do facebook fez-me pensar em tanta coisa que assisti nos últimos tempos. Muitas destas pessoas têm direito a bolsa de estudo e queixam-se durante todo o ano do preço e quantidade de fotocópias que temos de tirar, mas chega o Verão e é vê-las saltar de praia em praia, noites e noites de farra… Não sou contra quem o faz, mas por favor, não se queixem durante o ano que não têm dinheiro para o material escolar necessário ao mesmo tempo que vestem umas calcinhas de marca compradas antes dos saldos. Isto irrita-me profundamente.
Não sou perfeita, nunca fui, nem nunca serei, mas não ando por aí a gastar o dinheiro que os meus pais ganham com sacrifício. Sim, porque estas pessoas que falo não têm uma conta bancária recheada, gastam é tudo o que têm e depois choram na secretaria da escola para que os processos das bolsas finalizem o mais rapidamente possível.
Ando cansada, muito cansada e custa-me muito saber que toda a gente aproveita as férias a sério. Não é fácil e o tempo passa muito devagar, não é fácil sentir que pouca gente compreende o facto de trabalhar nas férias com os meus pais em vez ir até à praia. Mas eu também não compreendo como é que essas pessoas têm coragem de pedir aos pais dinheiro para passar férias, sabendo que durante o ano vão precisar dele para os bens essenciais.
Apesar de sentir que estou a fazer o correcto e de não o fazer por obrigação, confesso que por vezes é muito difícil aguentar dia após dia sem um pouquinho de tristeza por não ter nem um dia para aproveitar as férias, que sei que eram merecidas, tanto para mim como para os meus pais.
Por vezes sinto que têm pena de mim quando digo que passo as férias a trabalhar, mas para que saibam não sou nenhuma coitadinha e tenho muito orgulho por ser capaz de ver um pouco da realidade da vida e de retribuir aos meus pais aquilo que eles fazem por mim. Não sou egoísta nem nenhuma criança e por isso, apesar de custar muito trabalhar neste tempo, faço-o com gosto. Afinal é um dever.

Este post não é de todo uma crítica a quem passa férias, é apenas um desabafo de quem vê os pais sempre a trabalhar ao mesmo tempo que vê pessoas a gastar dinheiro que não lhes saiu do corpo e que depois lhes vais fazer falta. Posso não ter sido muito correcta no pensamento, posso estar a ser egoísta com muita gente, mas é o que penso e o que me irrita neste momento.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Posso não ter tudo na vida, mas o tudo que tenho é suficiente para que todos os dias seja capaz de acordar com um sorriso na cara e sentir que vale a pena viver.

terça-feira, 26 de abril de 2011

O início de um conflito pode ser assim...

Por vezes metemo-nos em sarilhos e nem sabemos bem como.

Eu confesso que há dias que me podem falar da maneira que quiserem que não me afecta e até desligo e nem ouço mais nada. Mas há outros que até respondo à letra e a pessoa cala-se definitivamente.

Por outro lado, independentemente do meu estado de espírito, há pessoas que ignoro completamente. Já deram provas que não merecem que me irrite e por isso nada como ignorar e deixá-las falar sozinhas.

Foi o que aconteceu hoje, falei muito educadamente para uma colega e a resposta que recebi foi num tom arrogante de quem tem a mania que sabe tudo. Respondi como se tivesse falado para mim de forma igualmente educada e o assunto ficou ali encerrado.

Não é que durante o dia pessoas que não estavam envolvidas no assunto fizeram questão de me relembrar a forma como a tal colega me respondeu, colocando a situação de uma forma bastante dramática? E mais, fizeram ainda questão de passar o dia a relembrar todas as más respostas que anteriormente já me tinha dado.

Mas o que querem? Que da próxima vez lhe responda da mesma forma só para terem um pouco de espectáculo? Ou que vá ter com ela e lhe peça satisfações?

Eu acredito que muitos conflitos são criados por pessoas exteriores ao problema, que tudo fazem para "picar" e ver se aquilo dá em alguma coisa. Parece que sentem uma espécie de prazer em ver alguém furioso.

Sinceramente foi essa a sensação que hoje tive, se eu ignorei porque sou obrigada a levar com o assunto durante o dia inteiro por pessoas que não têm que se meter?

É preciso ter mesmo paciência e tapar os ouvidos para não ouvir muita coisa.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Boa semana


Estou de férias da universidade, mas férias que significam apenas não me deslocar para as aulas (e tão bem que me sabe). Tenho muitos muitos trabalhos para fazer, e se alguns até me parecem simples, outros ainda não sei bem como começar.

A última semana foi aproveitada para ajudar os meus pais e tenho a dizer que apesar do desgaste físico, sinto-me muito leve. Sabe mesmo bem saber que estou a fazer alguma coisa por eles, já que eles fazem tanto por mim.

Abdiquei de muitos momentos da "vida académica" por não achar justo que eles trabalhem enquanto eu me divirto e gasto o dinheiro que eles tanto se esforçam para ganhar. Irrita-me ver colegas a queixarem-se o ano inteiro de falta de dinheiro, mas nestas alturas, não sei como é, mas ele nasce e têm dinheiro para todas as festas. Eu não sou assim e durante o ano não deixo de comprar o material necessário, para ter dinheiro para gastar nas queimas. São opções. Não compreendo, nem concordo, mas respeito.

Esta semana vou tentar continuar, mas tenho que adiantar também os meus trabalhos. Não quero de forma alguma ser egoísta, mas não me importava nada que chovesse durante esta semana. Custa-me imenso estar fechada em casa e sentir o sol que está lá fora. Por isso venha uma chuvinha, mas pouquinha eheheheh.

Desejo-vos a todos uma óptima semana!

terça-feira, 29 de março de 2011

Irrita-me profundamente...

... encontrar livros nas bibliotecas sublinhados ou pior ainda com apontamentos.

Acho isso uma tremenda falta de respeito. Se acham que só sublinhando conseguem organizar-se melhor na elaboração do trabalho que pretendem fazer, porque não tirar fotocópias?

Conheço pessoas que sublinham e depois apagam. Não concordo, mas sempre é melhor que devolver o livro todo riscado.

Acho que não nos custa nada ter um pouco de cuidado e entregar o que nos é emprestado em bom estado, afinal é o mínimo que podemos fazer e faz parte da boa educação

segunda-feira, 28 de março de 2011

Pensamentos estranhos

Tenho medo, medo de exigir demais de mim, de exigir aquilo que nunca serei capaz de alcançar e de criar expectativas demasiado elevadas em mim e nos outros.

Por vezes sinto que sou um exemplo para algumas pessoas e isso assusta-me, faz-me sentir pressionada e ter medo de errar.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Se as minhas palavras te fazem bem e te tranquilizam, porque não sou capaz de as ouvir também?

quarta-feira, 16 de março de 2011

Basta compreender o olhar

"Sou como você me vê... posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania, depende de quando e como você me vê passar... suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contacto... tenho uma alma muito prolixa e uso poucas palavras, sou irritável e firo facilmente. Também sou muito calma e perdôo logo.
Não esqueço nunca. Mas há poucas coisas de que eu me lembre... Tenho felicidade o bastante para ser doce, dificuldades para ser forte, tristeza para ser humana e esperança suficiente para ser feliz. Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir o meu coração. Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre... Sou uma filha da natureza: quero pegar, sentir, tocar, ser.
E tudo isso já faz parte de um todo, de um mistério.
Sou uma só... Sou um ser... a única verdade é que vivo.
Sinceramente, eu vivo."
Clarice Lispector


Sinto uma pressão enorme em cima de mim, sinto que ninguém me conhece, ninguém me compreende, ninguém me respeita no verdadeiro sentido da palavra.
Eu sei que não sou fácil de compreender, mas não é preciso ser-se inteligente para perceber o que sinto, basta perceber o que dizem os meus olhos. Não sou obrigada a andar todos os dias com um sorriso na cara só para agradar, não sou de ferro e tenho sentimentos como toda a gente.
Não sou tão dura como aparento ser, não sou forte e não consigo fazer de conta que nada se passou como toda a gente pensa.
Sou o contrário daquilo que pensam que sou, é a solução que encontro para me defender.
Não sou perfeita e também erro.

terça-feira, 15 de março de 2011

Cansada

Não sei o que se anda a passar, mas tenho-me sentido extremamente cansada. Cansada até fisicamente, e o mais estranho é que não encontro uma explicação lógica para isto.
Não durmo muito, mas o suficiente para me aguentar bem durante todo o dia. Mas a verdade é que parece que mesmo durante o dia já não tenho a energia habitual e então as viagens deixam-me de rastos.
Acrescentando a isto, ando cansada de muitas pessoas e das suas atitudes... acho que não tenho nada a ajudar neste momento e só agora que parei para reflectir é que estou a encontrar algumas explicações que me parecem fazer algum sentido.
E para melhorar a situação hoje só me apetece chorar.
Fico à espera de dias melhores.

terça-feira, 1 de março de 2011

Isto tira-me do sério...

Se há coisa que não suporto é estar a falar com todo o respeito para alguém acerca de um assunto sério e do seu interesse e levar uma resposta num tom de voz arrogante e com uma falta de educação impressionante.
Fico com os cabelos em pé.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Não me tirem o sorriso


Porque insistem em falar de assuntos que mexem comigo?
Porque os abordam sempre da pior forma possível?
Não falem por favor.

Rapidamente conseguem tirar-me o sorriso e fazer o meu pensamento voar para longe.
Custa tanto.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Hoje é assim...

Lágrimas de tristeza num momento de felicidade.
Confuso, mas possível.
As vezes parece tudo tão fácil e na hora da verdade...
Não sou capaz de ficar contente sem deixar cair uma lágrima de tristeza ao mesmo tempo.
Não sou.
Não sei ao certo se é tristeza.
Mas é algo que me aperta o coração e me deixa sem folego para dizer o que sinto.
Mas estou feliz,
Mesmo a chorar

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Preciso de ti!

Tenho saudades tuas Di.
Tenho saudades dos grandes momentos passados contigo, saudades das nossas longas conversas, saudades de rir até chorar contigo, saudades de sentir o teu abraço, saudades de te ouvir, saudades dos desabafos e conselhos trocados, saudades, saudades, saudades...
Preciso de ti amiga, hoje, agora, aqui.
Vida injusta, complicada.
PRECISO DE TI!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Muita gente e ao mesmo tempo ninguém

Antes de entrar na universidade imaginava encontrar lá pessoas fantásticas e com elas criar laços de amizade que se mantivessem para além do curso finalizado.
A verdade é que isso não aconteceu.
No início acreditei demasiado em certas pessoas, mas passado um ano e meio não acredito nem confio em ninguém.
Posso dizer que tenho uns colegas de turma bons para passar uns agradáveis momentos de descontração, mas amigos para confidenciar as minhas alegrias e os meus medos? Não.
Não vou dizer que é fácil, porque toda a gente sabe a falta que faz um amigo por perto. Mas não me quero aproximar de pessoas que têm objectivos na vida diferentes dos meus e que facilmente se deixam influenciar, sem pensar se estão ou não a prejudicar os outros.
Não estou minimamente preocupada acerca dos comentários que possivelmente farão sobre mim. Mudei? Sim, admito. Admito que estou muito mais distante e é intencional.
Admito também que ao contrário de muita gente ando cansada e que quase não tenho vida própria. Mas ao contrário de muita gente também tiro notas que muitos não tiram e não levo vida de princesa em casa.
Não sou uma pessoa perfeita, mas ninguem o é. Tenho defeitos como muita gente, e talvez um deles seja a exigência comigo própria.
Talvez seja por isso que não tenha ninguem na universidade que lhe possa chamar de AMIGO.
Um sitio onde rodeada de muitas pessoas, me sinto sozinha...

domingo, 12 de dezembro de 2010

Um pequeno desabafo

Embora até pareça, não sou nenhum ser estranho que passa a vida a reclamar e reclamar. Reclamar principalmente com as atitudes dos outros.
Sou uma pessoa igual a todas as outras, mas que apenas gosta de escrever para libertar um pouco as palavras que tem presas dentro de si.
Quando a felicidade passa por mim não escrevo, não gosto, não sei o que dizer. Mas liberto-me…
Sou feliz por ser como sou e não pretendo mudar só porque existe alguém que não gosta. Se a minha presença ou atitude incomoda a alguém, esse alguém que se afaste. Mas eu não vou mudar. Não sou nenhuma máquina que se molda tendo em conta o lugar ou a pessoa. Eu sou assim e pronto!
Sou feliz com pequenos gestos e pequenos momentos passados ao lado de grandes pessoas que estão sempre presentes no meu pequeno mundo. Pessoas que não me desiludem e apoiam-me incondicionalmente sem nenhum interesse escondido.
Apesar de não serem muitas, são as suficientes para que tenha diariamente um sorriso na cara, mais ou menos escondido, mas sempre lá.
Eu sou assim...