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segunda-feira, 23 de julho de 2012

Ontem foi o teu aniversário. Dei-te os parabéns, como sempre, só não te disse que te amo porque não posso, não ias gostar.

Sonho com o dia em que posso voltar a dizê-lo a alguém que queira e merece e receber um sorriso em troca com um beijo e um "amo-te" pelo meio.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Saudades que destroem o coração

Há dias em que as saudades magoam muito e não há forma de tornar essa dor mais leve. 
Tenho saudades dele, saudades das conversas, dos abraços, do carinho... saudades de tudo.

...

Dói tanto


(nunca me vou perdoar por ter desistido)

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Tudo na mesma


Felizmente, já ninguém me fala de ti nem me pergunta se estou melhor por termos terminado. Para as pessoas que me rodeiam eu já te esqueci e segui com a minha vida em frente e tu, tu és uma página virada.
Infelizmente nada disso é verdade. Eu não te esqueci. Adormeço e acordo a pensar em ti e todos os dias me questiono como vou ultrapassar isso. Não sei. 
Amar-te era das coisas mais lindas deste mundo, hoje é o meu maior pesadelo, a minha maior dor. Mas o amor, esse é o mesmo - intenso e verdadeiro. 
Agora amar-te é sinónimo de saudade e nostalgia, medo de ser para sempre, medo também de me cruzar contigo sem contar. 
Queria saber ser feliz sem ti!

Não tenho ninguém com quem falar sobre isto, aliás, foi a partir do momento que deixei de tocar no assunto que comecei a sentir-me mais leve, já não aguentava a pressão que faziam para deixar de falar contigo, não aguentava as críticas que me faziam por ter ou não ter feito determinadas coisas... às vezes só precisava de falar e acabavam todos por falar mais que eu. Pouco ou nada ajudavam. 
Acontece que para mim tornou-se num assunto "tabu", não quero falar dele com ninguém. Se ninguém me ajuda então mais vale não falar, mas fazia-me bem , eu sei. Só não tenho as pessoas certas comigo.

Passou mais de meio ano... amo-te na mesma. Estou cansada da merda deste amor que não traz felicidade.

sábado, 21 de abril de 2012

Música da semana: Balada de despedida


Logo é noite de serenata e, por isso, deixo aqui um cheirinho daquela música que me vai pôr, certamente, a chorar.

PS. Não estudo em Coimbra.

sábado, 3 de março de 2012

Mais um dia que demora a terminar


Se namorasse comemoraria hoje 3 anos e meio. Como dói. Tudo acabou em Novembro, menos o amor que sentia por ele. Amor esse que só me faz sofrer e teima em não desaparecer.
Eu sei que sou nova, eu sei que tenho muito para viver, muitas pessoas para conhecer... sim, eu sei tudo isso, mas neste momento só queria uma pessoa ou então esquecê-la já que tê-la é impossível. Falo para ele como se tudo estivesse bem, mesmo quando não está e preciso dele mais do que nunca. E como doi dizer "Está tudo bem" quando na verdade até estou à espera de um abraço apertado de força que ninguém dá. Deixei de partilhar as minhas conquistas, alegrias e tristezas e acima de tudo deixei de sorrir e sonhar como antes. Porquê tudo isto? Custa-me tanto, é uma ferida que não se cura e eu não sei mais o que fazer. Estou esgotada de o enganar a ele e a toda a gente dizendo que estou bem quando na realidade não estou.
É engraçado como as pessoas acreditam em tudo o que digo e nem colocam em causa que posso estar a esconder uma grande dor.
Hoje o dia é complicado e as lágrimas comprovam-no e o aperto no peito é cada vez maior. Tantos sonhos, tanta confiança, dedicação, bons momentos... para um dia tudo acabar, sem uma explicação lógica. A sério que ando perdida e desorientada neste mundo. De que vale neste mundo ser uma boa pessoa, dedicada, fiel, simpática e carinhosa quando não se tem um corpo escultural e dinheiro para vestir roupa de moda???

Farta desta dor!
O tempo passa mas continuo a amar-te da mesma forma :(

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Saudades tuas

"Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche."
Martha Medeiros

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Preciso de ti!

Tenho saudades tuas Di.
Tenho saudades dos grandes momentos passados contigo, saudades das nossas longas conversas, saudades de rir até chorar contigo, saudades de sentir o teu abraço, saudades de te ouvir, saudades dos desabafos e conselhos trocados, saudades, saudades, saudades...
Preciso de ti amiga, hoje, agora, aqui.
Vida injusta, complicada.
PRECISO DE TI!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Saudades: Presença dos ausentes (Olavo Bilac)

Nunca senti saudades com a certeza de não existir um reencontro, e pela primeira vez digo que a saudade é algo terrível e que aos poucos vai desgastando o coração. Não é fácil e arrisco a dizer que é mesmo impossível dar uma definição lógica para saudade, talvez porque se manifeste de diferentes formas de pessoa para pessoa e de motivo para motivo.

Quando perdemos alguém por se cortarem os laços que nos uniam não há palavras que descrevam. É uma saudade que não sabemos quando vai passar, simplesmente porque o regresso não vai mais existir. E então em que devemos acreditar? Com a morte afirmamos que é uma separação física apenas, já que a união não desaparecerá com a partida. Com todas as outras hipóteses possíveis sabemos que a pessoa voltará e rapidamente a saudade vai acalmando.

Mas questiono-me, como superar a saudade pela ruptura de laços? Em que pensar? Qual o rumo a seguir se a pessoa está sempre tão presente?

Esta saudade nunca desaparecerá da maneira desejada, e é sem dúvida a que pessoalmente mais me magoa. A confusão instala-se na cabeça e o sentimento no coração. Preferia que fosse ao contrário, já que a desordem da cabeça não é capaz de curar a ferida do coração.

Afinal, o sentimento de saudade não é assim tão lindo como achava, apenas porque desconhecia este seu lado cruel. Faz-me ficar desorientada e com vontade de me recolher ao meu cantinho pequenino, aquele cantinho que é só meu e que nunca me desiludirá. A dúvida permanece mesmo assim.

O que fazer para a saudade desaparecer, quando a maneira que desejamos é completamente impossível? Será que devo enganar esta saudade? Mas enganar não é apagar, permanecerá em mim e um dia voltará.

Seguirei em frente com uma nova vida e sei que esta saudade me acompanhará, mas talvez não seja capaz de me acompanhar em tantas novas vivências e fique para trás. Ficarei então mais vazia, mas o que vou ganhar com a sua desistência de certeza que será compensador e um dia direi "com aquela terrível saudade tornei-me assim (...), afinal fez-me bem".

“A saudade é um sentimento do coração que vem da sensibilidade e não da razão.” Dom Duarte.

Será?!

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Mudança de rumo a meio da viagem

Em certas alturas da vida dizem-nos que um acontecimento chega ao fim. Muito sinceramente prefiro ver de um outro lado, porque acredito que nada chega ao fim, apenas muda a rota que se esperava que levasse. Por isso, quando me dizem que algo acaba gosto de pensar que apenas mudou de sentido, se seguia pelo caminho errado então porquê continuar se temos um desvio que podemos aproveitar? Às vezes estas mudanças ocorrem sem ser desejo nosso, é-nos imposta esta obrigação de mudar, e temos duas opções: ficamos parados ou seguimos esse caminho desconhecido, mas que certamente irá ter uma saída. Sei bem que esta mudança imprevista no percurso é dolorosa, mas devemos estar preparados para as novas adversidades que vão aparecer e para as quais não tinhamos planeado uma fuga de emergência. Muitos obstáculos irão por isso aparecer, muitos deles nem imaginariamos que existissem, mas estão lá, há espera que os ultrapassemos. Conseguimos? Claro! Ou então pelo menos tentamos, porque não há glória maior do que o pensamento de termos dado o melhor que podiamos. Aos poucos e poucos esse caminho desconhecido vai-nos ensinando a lidar com os novos obstáculos que encontraremos. Até que chega ao fim, saímos desse estranho caminho inesperado com uma grande aprendizagem na bagagem que nos acompanhou em toda a viagem. Certamente chegada essa meta vamos olhar para trás e perceber que afinal ter seguido em frente não seria a melhor solução, e que este rumo que tivemos de tomar fez-nos conhecer um pouco mais de nós, fez-nos crescer e perceber que não era um fim, mas sim um começo de mais uma nova etapa. Temos sempre a opção de voltar atrás e percorrer o caminho que tinhamos traçado, mas não será fácil e precisaremos de ser fortes o suficiente para retomar essa viagem. Não há muitas decisões fáceis na vida, e não são essas que nos farão crescer, ganhar responsabilidades, confiança, determinação, simplesmente nada. São as grandes dificuldades que fazem de nós alguém especial e de quem nós mesmos teremos orgulho. Não é uma realidade que quisesse enfrentar, mas não tendo outra hipótese aí vou eu....