A infância é sem dúvida a fase da vida que melhores recordações nos dá. E falar em momentos dessa etapa é inevitável não falar daqueles desenhos animados que nos prendiam em à frente da TV sem pestanejar. As brincadeiras paravam de imediato, as músicas dos genéricos era rapidamente memorizadas.
Recordo esses desenhos animados com grande nostalgia e dislusão também. Desilusão por ver os de agora e fico admirada porque os senhores produtores preocupam-se mais em pôr em prática as novas tecnologias para criarem efeitos visuais diferentes, esquecendo-se de tornar os momentos de lazer das crianças educativos também. Onde está o sentido de se fazerem séries onde se destaca a violência? No meu tempo até a linguagem utilizada era diferente. Realmente tenho pena disso. Costuma-se reparar em diferenças entre pais e filhos, mas eu já noto isso com o meu irmão. E quando forem os meus filhos? Xihhh, nem quero pensar. Acho que vou comprar todos os dvd's de desenhos animados que eu via para mais tarde lhes mostrar. Ou então pelo andar da carruagem no tempo deles irão passar episódios da guerra entre o Iraque e os Estados Unidos.
É tão bom recordar esses momentos! Recordei um pouco ao ver o genérico do D'Artacão e os três Moscãoteiros. Quem não se lembra? O amor entre Julieta e D'Artacão? A união que existia entre os Moscãoteiros?
Bem, que saudades mesmo.
Fica aqui a música de abertura e um episódio, para que quem como eu adoro possa também recordar.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
sábado, 5 de setembro de 2009
Isto sim é amor
Ao ver este video não fui capaz de conter as lágrimas por várias razões, desde logo por se tratar de cancro, uma doença que infelizmente já tirou deste mundo duas pessoas da minha familia.
Lágrimas também por se tratarem de duas crianças unidas pelo sangue e por um grande amor.
Amor esse que apenas se sente por um irmão. E acredito que a união que une dois irmãos é forte o suficiente para querer ultrapassar todas as dificuldades.
É um amor único e sem comparação possível, é aquele amor que não conseguimos descrever, apenas sentir.
Um amor que jamais acabará, jamais será substituído.
Gestos e olhares ternos que ninguém nos consegue dar, muitas vezes disfarçados, mas sempre decifrados.
Disfarçados porque quando falamos de irmãos mais novos sabemos que eles fazem tudo para nos enervar e por isso mesmo admitirem a importância que para eles temos é complicado. Mas não escondem.
Lágrimas também por se tratarem de duas crianças unidas pelo sangue e por um grande amor.
Amor esse que apenas se sente por um irmão. E acredito que a união que une dois irmãos é forte o suficiente para querer ultrapassar todas as dificuldades.
É um amor único e sem comparação possível, é aquele amor que não conseguimos descrever, apenas sentir.
Um amor que jamais acabará, jamais será substituído.
Gestos e olhares ternos que ninguém nos consegue dar, muitas vezes disfarçados, mas sempre decifrados.
Disfarçados porque quando falamos de irmãos mais novos sabemos que eles fazem tudo para nos enervar e por isso mesmo admitirem a importância que para eles temos é complicado. Mas não escondem.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Lição de Vida
Há pequenas histórias que todos deviamos ouvir. Esta chegou-me através de uma amiga e desde logo adorei.
Talvez aqueles que deveriam aproveitar os ensinamentos desta história nem a queiram ler. Fico com pena.
"Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital. Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões.
A sua cama estava junto da única janela do quarto.
O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.
Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres, famílias, das suas casas, dos seus empregos, dos seus aeromodelos, onde tinham passado as férias...
E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava,passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que conseguia ver do lado de fora da janela.
O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a actividade e cor do mundo do lado de fora da janela.
A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes, chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por
entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser vislumbrada no horizonte.
Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava as pitorescas cenas.
Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia apassar:
Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas.
Dias e semanas passaram. Uma manhã,a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida, o homem perto da janela tinha falecido calmamente enquanto dormia.
Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.
Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca.
Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.
Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela que dava, afinal, para uma parede de tijolo!
O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela.
A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. Talvez quisesse apenas dar-lhe coragem...
Moral da História:
Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas.
A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada.
Se te queres sentir rico, conta todas as coisas que tens que o dinheiro não pode comprar.
" O dia de hoje é uma dádiva, por isso é que o chamam de presente."
Talvez aqueles que deveriam aproveitar os ensinamentos desta história nem a queiram ler. Fico com pena.
"Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital. Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões.
A sua cama estava junto da única janela do quarto.
O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.
Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres, famílias, das suas casas, dos seus empregos, dos seus aeromodelos, onde tinham passado as férias...
E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava,passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que conseguia ver do lado de fora da janela.
O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a actividade e cor do mundo do lado de fora da janela.
A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes, chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por
entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser vislumbrada no horizonte.
Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava as pitorescas cenas.
Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia apassar:
Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas.
Dias e semanas passaram. Uma manhã,a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida, o homem perto da janela tinha falecido calmamente enquanto dormia.
Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.
Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca.
Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.
Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela que dava, afinal, para uma parede de tijolo!
O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela.
A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. Talvez quisesse apenas dar-lhe coragem...
Moral da História:
Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas.
A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada.
Se te queres sentir rico, conta todas as coisas que tens que o dinheiro não pode comprar.
" O dia de hoje é uma dádiva, por isso é que o chamam de presente."
sábado, 29 de agosto de 2009
Andava eu no site da Rádio Comercial e lá encontrei uns testes engraçados.
Ficam aqui os resultados de alguns.
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É claro que não passam de brincadeiras, mas não deixa de ser interessante fazer estes testes com amigos e comparar resultados.
Muita coisa se descobrirá. Eh eh eh!
Aqui fica o link http://radiocomercial.clix.pt/animar/testes/index.aspx
Entre o bom e o mau
Ao longo da vida vamos vivendo bons e maus momentos, mas o que normalmente acontece é que numa altura é um "mar de rosas" e noutra o "inferno". São raras as vezes que nos acontecem coisas maravilhosas e coisas terríveis em simultâneo.
Agora podiam dizer-me "Ah e tal, ainda bem que acontece. Já que com a alegria do acontecimento positivo irás esquecer um pouco a tristeza que também tens." Esta é a teoria positiva.
Mas podiam dizer-me também "Pois, se não tivesse acontecido isto que te deixa triste talvez conseguisses andar mais contente com aquela situação fantástica que tiveste", dizem os pessimistas.
Agora a minha versão neutra é um pouco das duas. Já que é verdade que os bons momentos nos fazem esquecer os maus, mas também não deixa de ser verdade que os maus impedem de vivenciarmos com a mesma intensidade os bons.
E então em que ficamos?
Aquilo que ganhamos penso que é superior ao perdido, mas é esse perdido que nos vai dar coragem de acreditar nestas novas etapas positivas.
Agora podiam dizer-me "Ah e tal, ainda bem que acontece. Já que com a alegria do acontecimento positivo irás esquecer um pouco a tristeza que também tens." Esta é a teoria positiva.
Mas podiam dizer-me também "Pois, se não tivesse acontecido isto que te deixa triste talvez conseguisses andar mais contente com aquela situação fantástica que tiveste", dizem os pessimistas.
Agora a minha versão neutra é um pouco das duas. Já que é verdade que os bons momentos nos fazem esquecer os maus, mas também não deixa de ser verdade que os maus impedem de vivenciarmos com a mesma intensidade os bons.
E então em que ficamos?
Aquilo que ganhamos penso que é superior ao perdido, mas é esse perdido que nos vai dar coragem de acreditar nestas novas etapas positivas.
"Cada um tem de mim exactamente o que cativou, e cada um é responsável pelo que cativou, não suporto falsidade e mentira, a VERDADE pode machucar, mas É SEMPRE mais DIGNA. Bom mesmo é ir a luta com DETERMINAÇÃO, abraçar a VIDA e VIVER com PAIXÃO. Perder com classe e vencer com OUSADIA, pois o triunfo pertence a quem SE ATREVE e a VIDA É MUITO para ser insignificante. Eu faço e abuso da FELICIDADE e não desisto dos meus sonhos. O Mundo Está nas MÃOS DAQUELES que TEM CORAGEM de sonhar CORRER o RISCO de VIVER SEUS SONHOS."
Coragem..Coragem..Coragem é não Buscar Desculpas para ser Feliz !!!!!!!!!
Charles Chaplin
Coragem..Coragem..Coragem é não Buscar Desculpas para ser Feliz !!!!!!!!!
Charles Chaplin
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Saudades: Presença dos ausentes (Olavo Bilac)
Nunca senti saudades com a certeza de não existir um reencontro, e pela primeira vez digo que a saudade é algo terrível e que aos poucos vai desgastando o coração. Não é fácil e arrisco a dizer que é mesmo impossível dar uma definição lógica para saudade, talvez porque se manifeste de diferentes formas de pessoa para pessoa e de motivo para motivo.
Quando perdemos alguém por se cortarem os laços que nos uniam não há palavras que descrevam. É uma saudade que não sabemos quando vai passar, simplesmente porque o regresso não vai mais existir. E então em que devemos acreditar? Com a morte afirmamos que é uma separação física apenas, já que a união não desaparecerá com a partida. Com todas as outras hipóteses possíveis sabemos que a pessoa voltará e rapidamente a saudade vai acalmando.
Mas questiono-me, como superar a saudade pela ruptura de laços? Em que pensar? Qual o rumo a seguir se a pessoa está sempre tão presente?
Esta saudade nunca desaparecerá da maneira desejada, e é sem dúvida a que pessoalmente mais me magoa. A confusão instala-se na cabeça e o sentimento no coração. Preferia que fosse ao contrário, já que a desordem da cabeça não é capaz de curar a ferida do coração.
Afinal, o sentimento de saudade não é assim tão lindo como achava, apenas porque desconhecia este seu lado cruel. Faz-me ficar desorientada e com vontade de me recolher ao meu cantinho pequenino, aquele cantinho que é só meu e que nunca me desiludirá. A dúvida permanece mesmo assim.
O que fazer para a saudade desaparecer, quando a maneira que desejamos é completamente impossível? Será que devo enganar esta saudade? Mas enganar não é apagar, permanecerá em mim e um dia voltará.
Seguirei em frente com uma nova vida e sei que esta saudade me acompanhará, mas talvez não seja capaz de me acompanhar em tantas novas vivências e fique para trás. Ficarei então mais vazia, mas o que vou ganhar com a sua desistência de certeza que será compensador e um dia direi "com aquela terrível saudade tornei-me assim (...), afinal fez-me bem".
“A saudade é um sentimento do coração que vem da sensibilidade e não da razão.” Dom Duarte.
Será?!
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Mudança de rumo a meio da viagem
Em certas alturas da vida dizem-nos que um acontecimento chega ao fim. Muito sinceramente prefiro ver de um outro lado, porque acredito que nada chega ao fim, apenas muda a rota que se esperava que levasse. Por isso, quando me dizem que algo acaba gosto de pensar que apenas mudou de sentido, se seguia pelo caminho errado então porquê continuar se temos um desvio que podemos aproveitar? Às vezes estas mudanças ocorrem sem ser desejo nosso, é-nos imposta esta obrigação de mudar, e temos duas opções: ficamos parados ou seguimos esse caminho desconhecido, mas que certamente irá ter uma saída. Sei bem que esta mudança imprevista no percurso é dolorosa, mas devemos estar preparados para as novas adversidades que vão aparecer e para as quais não tinhamos planeado uma fuga de emergência. Muitos obstáculos irão por isso aparecer, muitos deles nem imaginariamos que existissem, mas estão lá, há espera que os ultrapassemos. Conseguimos? Claro! Ou então pelo menos tentamos, porque não há glória maior do que o pensamento de termos dado o melhor que podiamos. Aos poucos e poucos esse caminho desconhecido vai-nos ensinando a lidar com os novos obstáculos que encontraremos. Até que chega ao fim, saímos desse estranho caminho inesperado com uma grande aprendizagem na bagagem que nos acompanhou em toda a viagem. Certamente chegada essa meta vamos olhar para trás e perceber que afinal ter seguido em frente não seria a melhor solução, e que este rumo que tivemos de tomar fez-nos conhecer um pouco mais de nós, fez-nos crescer e perceber que não era um fim, mas sim um começo de mais uma nova etapa. Temos sempre a opção de voltar atrás e percorrer o caminho que tinhamos traçado, mas não será fácil e precisaremos de ser fortes o suficiente para retomar essa viagem. Não há muitas decisões fáceis na vida, e não são essas que nos farão crescer, ganhar responsabilidades, confiança, determinação, simplesmente nada. São as grandes dificuldades que fazem de nós alguém especial e de quem nós mesmos teremos orgulho. Não é uma realidade que quisesse enfrentar, mas não tendo outra hipótese aí vou eu....
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Ansiedade

"A ansiedade faz parte das emoções básicas do ser humano e é parte integrante da sua própria condição. Por definição, a ansiedade é um estado afectivo dominado pelo sentimento de um perigo eminente, onde uma pessoa se encontra em posição de expectativa, geralmente convicto da sua impotência em se conseguir defender, não sabendo da intensidade do acontecimento que está para aparecer nem de quando irá acontecer.
:: É uma emoção acompanhada de vários sintomas físicos: aceleração respiratória, alteração do batimento cardíaco, desfalecimento de pernas, palidez, contracção do músculo facial, etc."
:: É uma emoção acompanhada de vários sintomas físicos: aceleração respiratória, alteração do batimento cardíaco, desfalecimento de pernas, palidez, contracção do músculo facial, etc."
Já não é a primeira vez que sinto isto, e sempre tive a sensação que era mesmo causado pela ansiedade. Mas felizmente passa, não são momentos nada fáceis, e apesar de no momento não se conseguir controlar o essencial é manter a calma.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Medo ou Coragem?

O medo é um sentimento que proporciona um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente. Pavor é a ênfase do medo.
O medo pode provocar reações físicas como descarga de adrenalina, aceleração cardíaca e tremor. Pode provocar atenção exagerada a tudo que ocorre ao redor, depressão, pânico etc.
Medo é uma reação obtida a partir do contato com algum estímulo físico ou mental (interpretação, imaginação, crença) que gera uma resposta de alerta no organismo.
O medo pode provocar reações físicas como descarga de adrenalina, aceleração cardíaca e tremor. Pode provocar atenção exagerada a tudo que ocorre ao redor, depressão, pânico etc.
Medo é uma reação obtida a partir do contato com algum estímulo físico ou mental (interpretação, imaginação, crença) que gera uma resposta de alerta no organismo.
Coragem é a habilidade de confrontar o medo, a dor, o perigo, a incerteza ou intimidação. Pode ser dividida em física e moral. O homem sem temeridade motiva-se a ir mais além. Enfrenta os desafios com confiança e não se preocupa com o pior. O medo pode ser constante, mas o impulso o leva adiante. Coragem é a confiança que o homem tem em momentos de temor ou situações difíceis, é o que faz viver lutando e enfrentando os problemas e as barreiras que colocam medo, é a força positiva para combater momentos tenebrosos da vida.
Isto deixa-me confusa porque sinto as duas coisas, os últimos 2 meses têm sido difíceis, causando-me um medo, que me leva a ter algumas reacções físicas muito pouco agradáveis. Por outro lado tenho tido coragem suficiente para enfrentar tudo isto. Não é que esteja a ser fácil, muito pelo contrário, mas a força de vontade que tenho em atingir as minhas metas está a fazer com que o medo me vá fugindo aos poucos.
No entanto, a vida é um círculo vicioso, e tudo nos acontece num momento inesperado. Tenho grandes batalhas para as próximas semanas, algumas dependem de mim, outras dependem de terceiros para que eu as alcance. Talvez sejam essas que me deixam com mais medo.
A ansiedade é dolorosa e parece eterna e não saber o que me reserva o futuro próximo deixa-me inquieta. Quando se misturam objectivos profissionais com pessoais parece que tudo se complica mais.
Com objectivos alcançados ou não, apenas quero continuar a ser feliz. Sou capaz? Acho que sim.
Só estou confusa no meio da coragem e do medo. Mas sei que tenho coragem suficiente para combater esse medo.
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