sábado, 12 de dezembro de 2009

Livro - "Uma Promessa Para Toda a Vida" de Nicholas Sparks

Confesso que ainda não li nenhum liro de Nicholas Sparks, mas ouço comentários fantásticos que me despertam o interesse. Vi apenas o filme "Diário da nossa paixão" e fiquei sem palavras.
Fica aqui a informação que retirei do site da Fnac acerca do livro. Acho que não vou resistir e terei que o comprar mesmo.


"A vida de Miles Ryan poderia ter acabado no dia em que mataram a sua mulher, dois anos antes, num acidente de viação. Missy, o seu primeiro e último amor, namorada de liceu, esposa e mãe de Jonah, seu único filho, tinha sido morta e o seu assassino fugido do local do crime. Como marido saudoso e homem apaixonado chora a morte da mulher amada, mas como Xerife de New Bern, na Carolina do Norte, vive obcecado pela injustiça do condutor assassino não ter sido capturado e punido. Sarah Andrews é professora primária, em fuga de Baltimore, de um casamento desastroso e de um divórcio problemático. Pensou encontrar na pacífica cidade de New Bern uma oportunidade para o início de uma nova vida. Foram as suas próprias feridas, ainda a sarar, que a tornaram sensível à mágoa e dor que logo notou nos tristes olhos de Jonah, seu aluno, e depois nos de Miles. Sentindo que esta poderia ser a última chance de viverem e de serem felizes, Sarah e Miles procuram começar de novo. E pela primeira vez em anos irão novamente rir e amar. Uma vez apanhados numa relação amorosa serão forçados a reavaliar o significado das suas vidas: Miles terá que superar o drama de ter perdido a mulher que amava e Sarah terá que revelar um segredo que os une, mas que poderá separá-los para sempre.
Recentemente seleccionado como o Melhor Autor pelo Entertainment Weekly, Nicholas Sparks é hoje considerado o mais bem sucedido e proeminente contador de histórias norte-americano. Em Uma Promessa Para Toda a Vida, Nicholas Sparks escreve, com uma brilhante intensidade, sobre os amargos deslizes da vida e seus opostos momentos de incomparável doçura. Mais do que uma simples história de amor, é no fundo uma poderosa mensagem sobre a falibilidade do ser humano, sobre os erros cometidos, mas também sobre as suas virtudes: perdão, tolerância e amor, valores esquecidos nos dias de hoje."

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Porquê?


Hoje não quero escrever, apenas deixar um desabafo, uma dúvida que me deixa triste.
Porque é que eu faço tudo pelas pessoas que gosto? Ajudo-as no que posso e no que não posso, no que sei e no que não sei. Coloco-as acima de tudo, até de mim mesma.
É porque a felicidade e bem estar delas fazem-me bem.
Mas porque é que não fazem o mesmo comigo? Porque se aproveitam da minha boa vontade?
Nem sei o que digo hoje, já estou desorientada.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Teste de matemática: frustração e desilusão


Há frustração maior do que não conseguir fazer um teste por falta de tempo? Acho que nunca me tinha acontecido isso, e não gostei da experiência muito sinceramente.
90 minutos para fazer um teste de matemática? Biologia que era escolha múltipla, V e F, ligações e preenchimento de palavras deram-me 3h.
Pensando bem, até que a diferença não é muita. Afinal foi só o dobro do tempo, e o que é mais 1 hora e meia em matemática?! Ai que raiva!
E o pior é quando chego a casa, olho para os exercícios que não fiz por falta de tempo e reparo que eram fáceis e que os conseguia resolver. Mais frustrada fiquei claro.
Além disso fiquei mesmo muito triste.
Eu não gosto de matemática, e não percebia esta matéria desde a 1ª aula, mas quando comecei a estudar para o teste(e tive um anjinho muito paciente que me ajudou) comecei a compreender e até já resolvia os exercícios que nunca tinha percebido nem depois de serem resolvidos nas aulas.
Comecei a resolver o teste rapidamente, acho que se a respiração não fosse automatica tinha parado naqueles 90 minutos porque não ia perder tempo com ela.
As minhas colegas disseram que a professora estava sempre atenta a todos. Estava? Nem nisso reparei.
Certo é que me lembro de a ouvir dizer bem alto "faltam 10 minutos e nem mais 1", faltavam-me 4 exercícios ainda. Não sei como, mas consegui fazer 2, deixando outros 2.
Ao longo do teste muitos foram os que abandonaram a sala muito cedo, não porque acabaram, apenas porque não sabiam continuar.
A minha desilusão está mesmo aí, há uns dias atrás pensei que teria a mesma atitude que eles, também como eles eu não entendia nada, e aqui o nada representa nada mesmo.
Mas caramba, estudei e chego lá não faço todos os exercícios porque não tive tempo.
Não há palavras para a minha desilusão e frustração, principalmente por se tratar de matemática.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Saber Viver

Gosto tanto deste texto que o quero partilhar:

"Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... AUTO-ESTIMA.

Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...AUTENTICIDADE.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... AMADURECIMENTO.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... RESPEITO.

Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... AMOR PRÓPRIO.

Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... SIMPLICIDADE.

Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... HUMILDADE.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... PLENITUDE.

Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... SABER VIVER!!!"

Charles Chaplin

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Decisões

Colocamos muitas vezes aquela questão "se eu sabia...", pois, mas essa decisão mal tomada vai-nos levar com toda a certeza a conhecer uma nova estrada, em que as paisagens ao longo do percurso serão surpreendentes. E depois? Será que não vamos querer continuar o percurso à procura de novas descobertas, que é como quem diz aprendizagens?
É verdade que decisoes mal tomadas nos levam a exitar quando voltamos a ter que tomar uma outra no futuro, essa que nos saiu errada não sai do pensamento e torna-se quase um mandamento das nossas atitudes seguintes.
Sei que não sou um grande exemplo, mas grande parte das decisoes importantes que tomei nos ultimos tempos foram com extrema facilidade. Não perdi tempo em questionar-me nas consequências, sabia que isso me faria exitar e talvez tomar a errada. Decidi então rapidamente. Conclusão: a decisão tomada foi aquela que realmente queria.
Por ser a decisão que queria não significa que fosse certa ou errada, mas responsabilizar-me por ela é sempre mais fácil. E não poderia dizer "se eu soubesse...".
Orgulho-me das decisões que tomei. Foram precipitadas? Sim, admito. Arrependo-me? Não, jamais.
É verdade que algumas tomaram um rumo que não esperava, algumas um bom rumo e outras nem tanto. Mas o meu orgulho é simplesmente porque foram decisões tomadas por vontade própria, um pouco inconsciente das consequências, mas disposta a aceitá-las e tirar proveito de cada erro que é sempre um grande ensinamento e gozando todas as atitudes bem tomadas.

Resposta ao post "Novas estradas, velhos caminhos..." do fantástico blog http://diariodumpensador.blogspot.com

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Compreender decisões é complicado!

Quase 3 meses depois começo a pensar em certas atitudes minhas que tive que não compreendo agora.
É tão confuso algum tempo depois pensarmos nos nossos actos e não compreender. Foram os correctos e nisso não tenho a menor dúvida. Mas como fui capaz? Nos bons e maus momentos, nesta e naquela situação fiz, disse e pensei coisas que não compreendo.
Não entendo o porquê de certas atitudes, foi tudo tão correcto. Correcto demais atrevo-me até a dizer. Acho que nem vivi tão intensamente essas mudanças como seria normal. Foi mesmo "bola p'ra frente".
Precipitação? Não acredito que tenha sido assim. Após 3 meses de tanta mudança começo a reflectir e chego à conclusão, correcta ou não, que todas as decisões tomadas de uma forma mais fria foram por medo de enfrentar a verdadeira dor. Para esquecer aquela dor só pensava nas alegrias que iria ter tempos depois. E se esse tempo não me desse essas alegrias? (que não foi o caso).
Tentei esquecer os acontecimentos do presente e apostar num futuro incerto. Esse futuro, que é agora o meu presente correspondeu às minhas expectativas, no entanto, poderia ter deitado muito a perder por querer sair tão depressa daquele momento, que não quero esquecer, apenas recordar e compreender.
E o meu pensamento mantém-se, como consegui? Era preciso tanta rapidez ao ponto de não querer uma reflexão cuidada?
Bem, parece que depois de tudo resolvido é que vem as dúvidas sobre as decisões que já foram tomadas. E fica uma nota, nenhuma atitude, apesar de bem tomadas deu o resultado que esperava. Ainda bem!
A minha aposta no futuro foi positiva, todas as outras me deram o resultado contrário ao que eu esperava.
Há menos de 2 meses este meu presente seria (quase) tudo para mim, iria entregar-me por inteiro, já que todo o passado iria ficar para trás.
Mas não ficou, continuo então a apostar naquele objectivo que não me larga mas com mais calma, não imaginava que seria acompanhado de novo pelo passado. Que tanto tentei esquecer e que tava convicta que o conseguiria. Agora tenho a certeza que não! Toda aquela força foi-me dada pela dor.
Sei que está aqui um pensamento bastante confuso, mas é isso mesmo que ele é ainda em mim, confuso. Só quero compreender, e se tivesse a oportunidade de mudar o que fiz e fazer algo mais compreensível não o faria. Apesar de tudo foi perfeito.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Incertezas


As incertezas tornam-me insegura, mas neste momento tento ver todas as minhas incertezas como certezas. Não vale a pena ter dúvidas, as decisões estão tomadas e tenho uma longa vida pela frente.
Quando tomamos decisões importantes ficamos sempre com medo que sejam um fracasso, e então quando falamos em mais que uma começa a ser complicado lidar com o medo. Penso que a solução é mesmo lidar com uma de cada vez, já que são diferentes para quê levar para uma a preocupação da outra? Apesar de dificil tem corrido bem comigo, mas não é por isso que tenho mais ou menos certezas em relação às decisões tomadas, tenho apenas o pensamento mais organizado. Está tudo guardado em gavetas próprias que só saem para fora quando eu e só eu quero.

Esta mistura de decisões não aconteceu no melhor altura, mas é sem dúvida a melhor altura de me pôr à prova.

E de provar a muita gente também as minhas capacidades, apesar de não ter que provar a ninguém aquilo que consigo ou não, trata-se apenas de um orgulho pessoal digamos assim

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Recordações de Infância

A infância é sem dúvida a fase da vida que melhores recordações nos dá. E falar em momentos dessa etapa é inevitável não falar daqueles desenhos animados que nos prendiam em à frente da TV sem pestanejar. As brincadeiras paravam de imediato, as músicas dos genéricos era rapidamente memorizadas.
Recordo esses desenhos animados com grande nostalgia e dislusão também. Desilusão por ver os de agora e fico admirada porque os senhores produtores preocupam-se mais em pôr em prática as novas tecnologias para criarem efeitos visuais diferentes, esquecendo-se de tornar os momentos de lazer das crianças educativos também. Onde está o sentido de se fazerem séries onde se destaca a violência? No meu tempo até a linguagem utilizada era diferente. Realmente tenho pena disso. Costuma-se reparar em diferenças entre pais e filhos, mas eu já noto isso com o meu irmão. E quando forem os meus filhos? Xihhh, nem quero pensar. Acho que vou comprar todos os dvd's de desenhos animados que eu via para mais tarde lhes mostrar. Ou então pelo andar da carruagem no tempo deles irão passar episódios da guerra entre o Iraque e os Estados Unidos.
É tão bom recordar esses momentos! Recordei um pouco ao ver o genérico do D'Artacão e os três Moscãoteiros. Quem não se lembra? O amor entre Julieta e D'Artacão? A união que existia entre os Moscãoteiros?
Bem, que saudades mesmo.
Fica aqui a música de abertura e um episódio, para que quem como eu adoro possa também recordar.




sábado, 5 de setembro de 2009

Isto sim é amor

Ao ver este video não fui capaz de conter as lágrimas por várias razões, desde logo por se tratar de cancro, uma doença que infelizmente já tirou deste mundo duas pessoas da minha familia.
Lágrimas também por se tratarem de duas crianças unidas pelo sangue e por um grande amor.
Amor esse que apenas se sente por um irmão. E acredito que a união que une dois irmãos é forte o suficiente para querer ultrapassar todas as dificuldades.
É um amor único e sem comparação possível, é aquele amor que não conseguimos descrever, apenas sentir.

Um amor que jamais acabará, jamais será substituído.
Gestos e olhares ternos que ninguém nos consegue dar, muitas vezes disfarçados, mas sempre decifrados.
Disfarçados porque quando falamos de irmãos mais novos sabemos que eles fazem tudo para nos enervar e por isso mesmo admitirem a importância que para eles temos é complicado. Mas não escondem.