Recebi este vídeo por e-mail e tenho a dizer que me impressionou bastante. Não tanto pelas imagens, mas por ter reparado que este vídeo já tem quase 20 anos e mostra-nos uma realidade ainda tão presente.
Dizem que a sociedade em que vivemos está mais civilizada agora, mas a verdade é que passados 20 anos continuam a ser cometidos erros que não se compreendem por muitas explicações que possam existir para eles.
São feitas campanhas de sensibilização intermináveis em todas as áreas possíveis e imaginárias, mas a verdade é que o consumo de álcool e drogas não pára de aumentar e parece-me até que o seu consumo inicia-se em faixas etárias cada vez mais baixas.
Não compreendo o que se passa, serão falhas existentes na educação dada pelos pais? Serão falhas existentes nas escolas? Ou é apenas a sociedade que quer fechar os olhos e não ver o que está à vista só para não ter mais um problema em que pensar? Talvez seja mesmo isso.
Ouvimos com frequência que o nosso Estado vai apostar em jardins de infância e lares de idosos. Sem querer de modo algum discordar pergunto: E para os jovens não se pensa em nada? O que fazem eles nos tempos livres? Porque não pensar em actividades que lhes despertem a curiosidade de experimentar?
Talvez os cartazes expostos nas ruas e toda a publicidade que passa na tv não sejam suficientes para fazer parar esta "moda" do consumo excessivo de álcool e drogas.
Mas afinal o que se passa para vivermos assim?
Pessoas inocentes pagam caro pelos erros dos outros, acima de tudo é disso que tenho pena.
E já agora para não estar a atribuir as culpas a terceiros: Meus caros amigos o que se passa convosco? Onde está o respeito pelo outro? Onde está o amor próprio para não estragar a própria vida?
Não compreendo!!!
terça-feira, 27 de abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Hoje tive um teste que não me correu muito bem infelizmente, mas tinha um exercício muito interessante. Fazer uma pequena reflexão acerca de um excerto de um texto que aqui deixo.
É uma realidade que não gosto de aceitar aquela que se refere o excerto, mas todos nós, mesmo inconscientemente alimentámos este hábito.
Ao longo da vida, a tendência é para as pessoas passarem cada vez mais tempo sozinhas e fechadas dentro das suas casas, transformadas em verdadeiras "torres de marfim". A maneira como se acumulam bens físicos e se procura melhorar os espaços domésticos reflecte um cada vez maior alheamento em relação ao espaço público colectivo, que raramente é pensado como um bem comum.
Teresa Alves, "Territórios do Nada entre a Esperança e a Utopia"
É uma realidade que não gosto de aceitar aquela que se refere o excerto, mas todos nós, mesmo inconscientemente alimentámos este hábito.
Ao longo da vida, a tendência é para as pessoas passarem cada vez mais tempo sozinhas e fechadas dentro das suas casas, transformadas em verdadeiras "torres de marfim". A maneira como se acumulam bens físicos e se procura melhorar os espaços domésticos reflecte um cada vez maior alheamento em relação ao espaço público colectivo, que raramente é pensado como um bem comum.
Teresa Alves, "Territórios do Nada entre a Esperança e a Utopia"
terça-feira, 13 de abril de 2010
Mais um dia daqueles

Hoje é mais um dia daqueles que não sei o que se passa, que sinto a solidão apoderar-se de mim e o cansaço a raptar a minha alegria.
O dia não foi em nada fácil e talvez seja por isso que as dores de cabeça não me largam desde manhã.
Preciso de estudar e não consigo, não tenho vontade, não consigo concentrar-me.
Queria neste momento estar sentada num banco de um parque natural qualquer, talvez no banco da solidão, e sentir o vento na cara, olhar para o infinito e soltar as lágrimas que trago presas. Só estou à espera de um momento em que as possa libertar à vontade.
Queria ser capaz de preencher este vazio que hoje existe dentro de mim.
Queria ser capaz de conseguir fazer algo por mim.
Porque não sinto força e coragem em momentos como estes?
O que será que se passa?
Talvez saiba o motivo desta tortura, apenas não queira saber que afinal sei.
O dia não foi em nada fácil e talvez seja por isso que as dores de cabeça não me largam desde manhã.
Preciso de estudar e não consigo, não tenho vontade, não consigo concentrar-me.
Queria neste momento estar sentada num banco de um parque natural qualquer, talvez no banco da solidão, e sentir o vento na cara, olhar para o infinito e soltar as lágrimas que trago presas. Só estou à espera de um momento em que as possa libertar à vontade.
Queria ser capaz de preencher este vazio que hoje existe dentro de mim.
Queria ser capaz de conseguir fazer algo por mim.
Porque não sinto força e coragem em momentos como estes?
O que será que se passa?
Talvez saiba o motivo desta tortura, apenas não queira saber que afinal sei.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Cansada mas feliz!

Tive uma semaninha de férias escolares que terminaram hoje e os meus planos para esta semana fracassaram todos, todos, todos.
Tinha pensado em aproveitar os dias para estudar um pouco e desta maneira adiantava o estudo e sentiria-me mais preparada para a época de exames que se aproxima. Pensei também que conseguiria dormir mais um pouco para recuperar deste cansaço que se apoderou de mim nos últimos dias de aulas e que conseguiria ter ainda tempo para umas visitas às minhas amigas que muito raramente vejo.
Mas a verdade é que na última semana só consegui ajudar os meus pais com o trabalho deles e em dia algum me senti capaz de lhes dizer que não mesmo sem me pedirem.
Não consegui adiantar nada nos estudos, apenas consegui tempo para fazer o que tinha atrasado. Não descansei o suficiente porque hoje ainda sinto o sono a querer empurrar-me para cama mais cedo. Com as amigas apenas consegui um espacinho numa noite e porque já estava combinado há muito tempo e não aguentava mais com saudades delas.
Enfim... não quero imaginar como serão os próximos tempos. Tanto para estudar e ainda me sinto mais cansada do que antes de ter entrado de férias.
Mas por outro lado sinto-me bastante satisfeita, porque apesar de estar todos os dias com a minha familia não existe muito espaço para conversas. E esta semana que estive com eles (mesmo sendo a trabalhar) permitiu-me sentir de novo mais próxima e de voltar a saborear bons momentos que tenho medo de um dia perder definitivamente.
Sei que me prejudiquei bastante por ter passado tanto tempo com eles e menos com os livros e com as canetas. Mas foi tão bom que de certeza que quando estiver a estudar e os olhos a quererem fechar se me lembrar destes momentos ganho forças para continuar.
Cansada mas feliz!
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Este estava perdido
Há relativamente pouco tempo deixei aqui no meu cantinho o conceito que tenho de amizade e que penso não estar errado.
Hoje em arrumações cá em casa encontrei um pequeno caderno com textos soltos.
Tenho o hábito de escrever nas noites em que tenho dificuldades em adormecer, e escrevo em folhas soltas, cadernos... qualquer coisa que esteja perto de mim serve. Durante uns tempos escrevi neste caderno que encontrei hoje e que lá tinha um pequenino texto também da amizade.
Decidi publicá-lo aqui sem qualquer alteração e por isso peço desculpa pela repetição de ideias em tão poucas palavras.
Não me lembro quando o escrevi, mas deve ter sido numa daquelas noites que gostava de ter alguém ao meu lado para conversar ou apenas para estar acompanhada.
"Há pessoas que passam na nossa vida deixando uma marca no nosso coração que jamais se apagará. Umas são boas, outras nem por isso.
Mas as marcas que nos são deixadas com o símbolo da amizade são únicas, e uma vez que a temos, é nossa “obrigação” não deixar que o tempo a tire, como se tratasse de uma pegada na areia levada pelo vento.
Se existe sentimentos que não devemos deixar morrer, a amizade é um deles.
Sou daquelas pessoas que tem muitos colegas e poucos amigos. E ter poucos amigos é um motivo de orgulho para mim porque são verdadeiros.
Pois é, tenho a felicidade de ter grandes amigos comigo, sempre do meu lado, não só nos bons, mas também nos maus momentos. E são esses que considero amigos, os que riem e que também choram comigo, os que me chamam para a razão quando não a quero ver e que me ajudam a levantar quando caio."
Hoje em arrumações cá em casa encontrei um pequeno caderno com textos soltos.
Tenho o hábito de escrever nas noites em que tenho dificuldades em adormecer, e escrevo em folhas soltas, cadernos... qualquer coisa que esteja perto de mim serve. Durante uns tempos escrevi neste caderno que encontrei hoje e que lá tinha um pequenino texto também da amizade.
Decidi publicá-lo aqui sem qualquer alteração e por isso peço desculpa pela repetição de ideias em tão poucas palavras.
Não me lembro quando o escrevi, mas deve ter sido numa daquelas noites que gostava de ter alguém ao meu lado para conversar ou apenas para estar acompanhada.
"Há pessoas que passam na nossa vida deixando uma marca no nosso coração que jamais se apagará. Umas são boas, outras nem por isso.
Mas as marcas que nos são deixadas com o símbolo da amizade são únicas, e uma vez que a temos, é nossa “obrigação” não deixar que o tempo a tire, como se tratasse de uma pegada na areia levada pelo vento.
Se existe sentimentos que não devemos deixar morrer, a amizade é um deles.
Sou daquelas pessoas que tem muitos colegas e poucos amigos. E ter poucos amigos é um motivo de orgulho para mim porque são verdadeiros.
Pois é, tenho a felicidade de ter grandes amigos comigo, sempre do meu lado, não só nos bons, mas também nos maus momentos. E são esses que considero amigos, os que riem e que também choram comigo, os que me chamam para a razão quando não a quero ver e que me ajudam a levantar quando caio."
quarta-feira, 31 de março de 2010
Selo de Comentarista Excelente

Este selinho de Comentarista Excelente foi um presentinho da amiga Luz do blog Átomo Vida a quem retribuo. Apesar de não me considerar merecedora de tal distinção agradeço o carinho.
Um dos objectivos deste selo é o de homenagear os comentaristas que passam pelos nossos cantinhos e neles deixam comentários, que para além de enriquecerem os nossos espaços, complementam as nossas ideias.
São estes comentaristas excelentes que nos motivam a escrever mais e mais e que com eles aprendemos todos os dias um pouco mais.
O selo deve por isso ser passado aos blogues que consideremos merecedores do mesmo.
Aproveito para agradecer a todos que por aqui passam e que tão bem me compreendem mesmo sem me conhecer. Obrigado por todas as palavras de carinho e de força que me deixam sempre nos bons e maus momentos. Obrigado!
A minha lista de blogues homenageados com este selinho são:
Memórias de uma menina bem comportada
As palavras que nunca direi
Sonho em mim
Sentidos de mim
Um fio de silêncio
Na volta do tempo
Entre o céu e o mar
Diário dum pensador
é claro que pode pegar neste selo quem quiser.
Os comentaristas que recebem este selo deve mencionar quem os homenageou e seguir os critérios mencionados. Basta copiar a imagem e manter a lógica do texto.
terça-feira, 30 de março de 2010
Dá para acreditar?
Há uma semana que centenas de embalagens de manteiga, destinada a famílias carenciadas, estão na berma de uma estrada de Vizela. A Cruz Vermelha vizelense diz que não lhe pertencem e culpa instituições de concelhos vizinhos.
Mais de cem quilos de manteiga do Programa Comunitário de Ajuda Alimentar a Carenciados estavam ainda, ontem à tarde, abandonados na berma da Estrada Municipal que liga as freguesias de S. Eulália a Vilarinho, em Vizela. As embalagens de manteiga foram descobertas numa lixeira ilegal, há cerca de uma semana, durante a iniciativa "Limpar Portugal". "Os pacotes de manteiga têm validade até ao dia 31 de Março de 2010 e têm escrito no rótulo "venda proibida"; mas estavam abandonados no meio do monte", disse ao "Jornal de Notícias" um dos elementos que encontrou as centenas de embalagens de manteiga. (...) Em Vizela, os bens são recebidos pelo núcleo da Cruz Vermelha e entregues à Santa Casa da Misericórdia local que, posteriormente, os destribui em cabazes pelas famílias carenciadas. "Pela quantidade de embalagens encontradas, a manteiga estava à guarda de alguma instituição que, por razões que desconheço em absoluto, a deitou ao lixo", salientou o presidente local da Cruz Vermelha."É do vizinho""Suspeitamos que possa pertencer a alguma instituição dos concelhos vizinhos de Vizela", disse Cocharra. O local onde as embalagens foram encontradas é de fácil acesso. Fica num declive, junto a uma Estrada Municipal pouco movimentada, num terreno usado como lixeira. O cheiro nauseabundo e o facto de alguns pacotes estarem já destruídos, ao que tudo indica, por cães, pode significar que a manteiga já se encontrava há algum tempo abandonada."A manteiga só estava no meio do monte porque alguém a pôs lá. Estava destinada a ser entregue a pessoas carenciadas e não a ser destruída pelo sol e pela chuva no meio de um monte", referiu um autarca vizelense. "É um crime", salientou o mesmo autarca. (...).
Nem sei até que ponto sou capaz de comentar.
Prefiro o silêncio da desilusão.
Mais de cem quilos de manteiga do Programa Comunitário de Ajuda Alimentar a Carenciados estavam ainda, ontem à tarde, abandonados na berma da Estrada Municipal que liga as freguesias de S. Eulália a Vilarinho, em Vizela. As embalagens de manteiga foram descobertas numa lixeira ilegal, há cerca de uma semana, durante a iniciativa "Limpar Portugal". "Os pacotes de manteiga têm validade até ao dia 31 de Março de 2010 e têm escrito no rótulo "venda proibida"; mas estavam abandonados no meio do monte", disse ao "Jornal de Notícias" um dos elementos que encontrou as centenas de embalagens de manteiga. (...) Em Vizela, os bens são recebidos pelo núcleo da Cruz Vermelha e entregues à Santa Casa da Misericórdia local que, posteriormente, os destribui em cabazes pelas famílias carenciadas. "Pela quantidade de embalagens encontradas, a manteiga estava à guarda de alguma instituição que, por razões que desconheço em absoluto, a deitou ao lixo", salientou o presidente local da Cruz Vermelha."É do vizinho""Suspeitamos que possa pertencer a alguma instituição dos concelhos vizinhos de Vizela", disse Cocharra. O local onde as embalagens foram encontradas é de fácil acesso. Fica num declive, junto a uma Estrada Municipal pouco movimentada, num terreno usado como lixeira. O cheiro nauseabundo e o facto de alguns pacotes estarem já destruídos, ao que tudo indica, por cães, pode significar que a manteiga já se encontrava há algum tempo abandonada."A manteiga só estava no meio do monte porque alguém a pôs lá. Estava destinada a ser entregue a pessoas carenciadas e não a ser destruída pelo sol e pela chuva no meio de um monte", referiu um autarca vizelense. "É um crime", salientou o mesmo autarca. (...).
Nem sei até que ponto sou capaz de comentar.
Prefiro o silêncio da desilusão.
sexta-feira, 19 de março de 2010
"Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite. É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje. Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição. Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício. Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo. Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido. Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho. Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus. Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades. Se as coisas não saíram como foi planeado posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar. O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma. Tudo depende só de mim."
Charles Chaplin
Não sou diferente de ninguém, e como tal, também eu preciso dos meus momentos de silêncio e de procurar nas palavras o conforto que ninguém me pode dar. Porque é um conforto que apenas eu sei como alcançar.
Neste momento apenas preciso de reflectir no caminho que estou a seguir e na pessoa que me estou a tornar. Em tempos, escrevia em folhas soltas, algumas delas ainda têm marcas das lágrimas que não contive (dor que ali se vê), outras ainda se nota que foram amachucadas (revolta significam essas). No entanto, todas elas me descrevem muito bem, ou descreviam melhor dizendo.
Consegui ultrapassar todos os momentos que me atormentavam e que lá estão descritos com tanto pormenor e que voltando a ler volto a sentir o coração bater forte.
Não sou capaz de escrever algo que não sinto, e como tal um dos meus grandes medos é voltar a conseguir escrever textos assim.
Tenho passado por situações que me levam a pensar nisso, tenho encontrado um bocadinho de força em todos os cantinhos que passo. Tento enfrentar cada uma dessas situações com os erros que no passado cometi.
Não tem sido fácil, mas acho que tenho conseguido!
Que a força, coragem e determinação não me faltem nunca.
Charles Chaplin
Não sou diferente de ninguém, e como tal, também eu preciso dos meus momentos de silêncio e de procurar nas palavras o conforto que ninguém me pode dar. Porque é um conforto que apenas eu sei como alcançar.
Neste momento apenas preciso de reflectir no caminho que estou a seguir e na pessoa que me estou a tornar. Em tempos, escrevia em folhas soltas, algumas delas ainda têm marcas das lágrimas que não contive (dor que ali se vê), outras ainda se nota que foram amachucadas (revolta significam essas). No entanto, todas elas me descrevem muito bem, ou descreviam melhor dizendo.
Consegui ultrapassar todos os momentos que me atormentavam e que lá estão descritos com tanto pormenor e que voltando a ler volto a sentir o coração bater forte.
Não sou capaz de escrever algo que não sinto, e como tal um dos meus grandes medos é voltar a conseguir escrever textos assim.
Tenho passado por situações que me levam a pensar nisso, tenho encontrado um bocadinho de força em todos os cantinhos que passo. Tento enfrentar cada uma dessas situações com os erros que no passado cometi.
Não tem sido fácil, mas acho que tenho conseguido!
Que a força, coragem e determinação não me faltem nunca.
segunda-feira, 8 de março de 2010
AMIGO é...
Tenho pena por existir ainda muita gente com o conceito errado de AMIZADE.
Será difícil compreender que a AMIZADE não existe apenas nos bons momentos? Porque se apenas existe nesses, então deculpem-me mas chamem-lhe qualquer coisa menos AMIZADE. Porque AMIZADE é sentida na sua verdadeira essência nos maus momentos.
AMIZADE não se vê, sente-se.
Recebo vários convites para sair, mas essas saídas não passam de um mero divertimento. O que não deixa de ser importante, claro. Mas não é tudo!
Não considero AMIGO aquele que nunca se esquece de mim para uma saída. Considero AMIGO, aquele que não passa mais tempo comigo porque não pode, mas que sabendo que preciso de ajuda não há nada que o impeça de estar comigo.
AMIGO não e aquele que me leva a sítios fantásticos. AMIGO é aquele que em qualquer lugar é capaz de me proporcionar um momento agradável.
AMIGO não é o que concorda com tudo o que digo. Amigo é o que me mostra o caminho da razão quando não o quero ver.
AMIGO não é aquele que apenas se ri comigo. AMIGO que é AMIGO chora comigo.
AMIGO não está comigo pela marca da roupa que visto. AMIGO está comigo porque gosta do meu EU.
AMIGO não é o que me levanta após a queda. AMIGO é o que diz como se levanta.
Tanta coisa que poderia dizer para descrever o que é um verdadeiro AMIGO. Mas quem compreendeu cada palavra minha até agora não necessita que continue.
Tenho saudades dos meus AMIGOS!
sábado, 27 de fevereiro de 2010
?
Hoje sinto-me sozinha, mesmo sabendo que não estou. Sentimento mais estranho este que me assombrou neste início de noite.
É uma mistura de sentimentos que me desorientam por tão contraditórios que são.
Quero perder-me no silêncio das minhas palavras, mas quero igualmente encontrar-me nos meus sonhos, naqueles sonhos que me fazem sorrir.
Quero o sossego do meu canto e ouvir música que seja capaz de me fazer encontrar neste pequeno mundo.
Sinto uma nostalgia enorme a apoderar-se cada vez mais de mim. Quero pará-la e não consigo.
As tentativas de sorrir falharam, os olhos perderam a expressão, perderam o brilho.
Estou acorrentada a algo que não entendi ainda. Tento soltar-me e não consigo.
É uma mistura de sentimentos que me desorientam por tão contraditórios que são.
Quero perder-me no silêncio das minhas palavras, mas quero igualmente encontrar-me nos meus sonhos, naqueles sonhos que me fazem sorrir.
Quero o sossego do meu canto e ouvir música que seja capaz de me fazer encontrar neste pequeno mundo.
Sinto uma nostalgia enorme a apoderar-se cada vez mais de mim. Quero pará-la e não consigo.
As tentativas de sorrir falharam, os olhos perderam a expressão, perderam o brilho.
Estou acorrentada a algo que não entendi ainda. Tento soltar-me e não consigo.
Escrevi ao som desta música:
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